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Esta é a quarta participação do duo, que nas três edições anteriores dos Jogos conseguiu outros tantos diplomas, ficando nos 8 primeiros lugares.
RECORD – A presença pela quarta vez em Jogos Olímpicos têm um sabor especial?
ÁLVARO MARINHO – Temos tido sempre expectativas altas, existindo muita ambição, apesar de a classe ter uma concorrência bastante forte. Nas três participações anteriores demonstrámos consistência, lutando pelas vitórias e pelas medalhas. Não somos os favoritos, mas estamos no lote daqueles que podem surpreender.
R – Estão satisfeitos com o percurso realizado até à data?
MIGUEL NUNES – Sim. Somos uma dupla experiente, com uma carreira longa e que já ganhou três diplomas em Jogos Olímpicos. Temos feito um bom trabalho. Mas faltam ainda alguns treinos importantes até à prova de Londres’2012.
R – Por serem muito cotados poderão sentir maior pressão?
AM – Em outros Jogos Olímpicos chegámos a andar alguns dias nas posições que davam acesso às medalhas. Mas isso não dá maior stress, pois tentamos sempre fazer o nosso melhor em competição.
R – Como tem decorrido a vossa preparação, num ciclo que conheceu tantos problemas ao nível federativo?
MN – Felizmente, não fomos muito afetados por essa crise, porque, depois de Pequim’2008, mantivemos o contacto com a classe, competimos em alguns campeonatos, mas não intensificámos, nessa altura, a nossa preparação. Só acelerámos o processo na reta final, quando os problemas já estavam resolvidos.
Leia esta entrevista na íntegra na edição impressa de Record desta quinta-feira.