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Dificuldades acrescidas para a dupla de Star, que conjuga veterania e juventude.
RECORD – A Classe Star é uma das mais competitivas nos Jogos Olímpicos. Preparado para as suas terceiras olimpíadas?
AFONSO DOMINGOS – É verdade que a Classe Star é o topo das disciplinas olímpicas à qual todos os velejadores mais experientes vão parar. Das 16 nações que vão competir em Londres’2012, apenas a dupla croata é estreante. Os outros já foram campeões olímpicos ou medalhados. Esta classe é, por assim dizer, o ex-líbris dos Jogos Olímpicos. E nós vamos tentar estar à altura.
R – Quais as hipóteses de Portugal nesta prova?
FREDERICO MELO – Sendo o Star de um nível tão forte, não nos encontramos no rol dos favoritos. Mas, já que alcançámos o apuramento, ambicionamos um bom resultado, tentando sempre ficar perto das medalhas.
R - Como tem sido a vossa preparação para os Jogos Olímpicos?
AD – Ainda estamos numa fase de preparação, que decorrerá até ao dia da competição. Mas, depois daquilo por que passámos, poderia ter sido melhor. Mas estamos a viver um momento de grandes restrições no País ao nível orçamental. Podemos afirmar com toda a certeza que os nossos adversários têm orçamentos muito superiores para se prepararem. Isto não quer dizer que a gente não possa lutar por um bom resultado.
Leia esta entrevista na íntegra na edição impressa de Record desta sexta-feira.