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Paixão pelas armas começou bem cedo quando ia à caça com o pai.
RECORD – Como surgiu a paixão pelo tiro?
JOANA CASTELÃO – Começou bastante cedo, quando era miúda, pois costumava ir à caça com o meu pai. Ele era um bom atirador e trazia para casa alguns coelhos, lebres e tordos...
R – Também chegou a caçar?
JC – Nunca. Apenas acompanhava o meu pai. Depois, com 16/17 anos, comecei a interessar-me pelo tiro de pistola.
R – Qual foi a primeira sensação?
JC – Diria que foi bastante agradável. Tinha um certo jeito e considerei que a competição passou a ser um desafio permanente às minhas capacidades. Ainda dei uns tiros de carabina, mas acabei por me fixar na pistola de ar comprimido e na de sport.
Leia esta entrevista na íntegra na edição impressa de Record desta quinta-feira.