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Com 16 anos trocou a Benedita pelo CAR do Jamor. Diz que valeu a pena e tem orgulho do que já conseguiu.
RECORD – Sente-se nervoso com a estreia em Jogos Olímpicos?
JOÃO SILVA – Faltam cerca de dois meses para completar a preparação e, apesar de ser o principal objetivo da época, não traz mais nervosismo do que outra prova de grande nível. Normalmente não fico nervoso e não será algo que me dá imenso prazer que me vai deixar nervoso.
R – Como foi a qualificação?
JS – O sistema de qualificação no triatlo tem por base um ranking determinado pelas pontuações obtidas nas mais importantes provas do Circuito Mundial ao longo dos últimos dois anos. Embora os lugares conquistados pelos atletas não sejam nominais, há bastante tempo que estava virtualmente apurado, pois a vitória na WCS de Yokohama em 2011 permitiu-me, praticamente, cumprir os critérios internos da Federação. As 14 melhores pontuações ao longo destes dois anos determinam a quantidade de atletas por país presentes. Apesar de não ter preenchido todas estas pontuações, terminei a qualificação no 10.º lugar.
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