Diogo Ganchinho: «Pódio não é impossível»
Melhorar o 11.º lugar de Pequim’2008 é o objetivo do atleta...
O jovem de 24 anos é o orgulho de Santo Estêvão e, na sua segunda participação olímpica, quer chegar à final do trampolim individual.
RECORD – O que é que sentiu no momento em que confirmou o apuramento para Londres’2012?
DIOGO GANCHINHO – Senti um misto de emoções. Por um lado, fiquei bastante satisfeito, pois é uma sensação muito gratificante ver o nosso trabalho recompensado. Ao mesmo tempo fiquei triste, porque o Nuno Merino também trabalhou para o mesmo objetivo. Mas estou muito contente pelo resultado.
R – Do que é que se recorda da experiência em Pequim’2008?
DG – Recordo a dimensão do evento. A experiência que vivi lá fez-me lutar até ao fim por esta qualificação, pois tinha o desejo de fazer melhor noutras oportunidades. Consegui que isso contribuísse para o apuramento.
R – Pensa que pode melhorar o 11.º lugar de 2008?
DG – É muito difícil, pois nos trampolins depende muito do momento. Uma falha pode determinar tudo. Quero ir à final, não me interessa um resultado igual ou pior do que aquele que consegui em Pequim. Lá, foi por pouco que não cheguei à final. Mas o nível da ginástica é cada vez mais elevado. Alcançar o pódio não é impossível, mas penso numa coisa de cada vez. Primeiro quero atingir a final e só depois é que vou arriscar tudo, pois não terei nada a perder. Ficar em 8.º ou 4.º, para mim, é a mesma coisa. Se conseguir a final, só tenho de lutar e arriscar ao máximo.