Ana Mota Veiga: o cavalo é a sua alma gémea
Aos três anos começou a montar e não mais parou
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Há quem diga que o cão é o melhor amigo do homem mas, para Ana Mota Veiga, o provérbio popular fará mais sentido se se referir a outro animal, nomeadamente ao... cavalo. Com paralisia cerebral de nascença, a lisboeta não demorou a iniciar a hipoterapia e aos três anos começou a montar, fortalecendo assim a ligação com aquela que tem sido a sua alma gémea.
Mais do que uma necessidade, Ana Mota Veiga foi ganhando o ‘bichinho’ pela competição e hoje em dia, aos 47 anos, vai acumulando presenças em diversas provas internacionais (participou nas duas últimas edições do Jogos Paralímpicos), não sendo de estranhar, por isso, que aconselhe todos a abraçarem a campanha ‘SuperAção’, do CPP.
"O desporto ajuda as pessoas a integrarem-se na sociedade", disse a atleta, em declarações a Record. Quanto à especificidade da modalidade, Ana sublinha que a "sintonia" com o cavalo é fundamental para brilhar em prova.