Russos pretendem recorrer ao Tribunal dos Direitos Humanos

Em causa estará o relatório McLaren, que revelou um sistema de doping russo organizado.

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Vladimir Lukin, Jogos Paralípicos, Rússia
Vladimir Lukin, Jogos Paralípicos, Rússia • Foto: EPA
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Os desportistas russos anunciaram a pretensão de recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, contestando a sua exclusão dos Jogos Paralímpicos Rio'2016, confirmada esta terça-feira pelo Tribunal Arbitral de Desporto (TAS).

O presidente do Comité Paralímpico Russo, Vladimir Lukin, que anunciou a pretensão, garante que as queixas serão feitas pelos atletas, "de forma individual, onde acorrem todas as pessoas que sentem que estão a ser violados os seus direitos enquanto humanos".

A Rússia continua a negar as conclusões do relatório McLaren sobre a participação estatal num sistema organizado de doping e, em particular, a intervenção no processo do próprio ministro dos Desportos, Vitaly Mutko.

Os Jogos Paralímpicos disputam-se desde 1948 e têm visto a sua dimensão e importância crescer nos últimos 20 anos, tendo contado na última edição, em Londres'2012, com a participação de 4.300 atletas, em representação de 164 países.

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