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Norte-americanos bateram a equipa da casa por 98-87
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Os Estados Unidos conquistaram a medalha de ouro do torneio masculino de basquetebol de Paris'2024, ao baterem na final a França, por 98-87. Confirmou-se, pois, o favoritismo da equipa composta pelas estrelas da NBA. Ainda assim, é justo dizer, os gauleses bateram-se bem (melhor exibição na prova) e tudo fizeram para adiar uma derrota previamente ‘anunciada’.
A equipa da casa entrou com tudo e chegou a liderar nos primeiros minutos. Wembanyama fazia valer a sua presença nas áreas próximas dos cestos (terminou com 26 pontos, 7 ressaltos, 2 assistências e 1 recuperação) , mas nem isso abanava os norte-americanos. Booker começou cedo a acertar os lançamentos e LeBron James, dentro do registo habitual, a ajudar em vários parâmetros (totalizou 14 pt, 10 a, 6 r, 2br e 1dl), justificando a vantagem de 20-15 após 10 minutos.
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O segundo parcial foi parecido com o anterior, apesar de ter tido mais pontos. Houve equilíbrio, mas os ‘States’ voltaram a superiorizar-se, agora por 29-26, o que totalizou 49-41 ao intervalo. O apoveitamento dos triplos era fulcral para a vantagem norte-americana nesta fase (9 convertidos contra apenas 3 dos locais ou 45% face a... 15%). Ainda assim, a prestação de grande qualidade de Yabusele (20 pontos) mantinha os franceses a sonhar com o ouro.
O terceiro período reforçou a esperança gaulesa, já que a vitória no parcial 25-23 deixou a equipa a apenas 6 pontos de distância (66-72). Continuava difícil uma eventual recuperação, mas o cenário mantinha o público confiante e frenético no apoio aos seus jogadores.
No quarto período, os Estados Unidos pareciam ter o jogo controlado quando escaparam para 10 pontos à maior. Porém, o tudo por tudo dos franceses permitiu voltar à disputa. À entrada dos derradeiros 3 minutos, a diferença era de apenas uma posse de bola (79-82). Só que depois ressurgiram os ‘tiros’ longos do lançador Stephen Curry (converteu 8 ‘bombas’ em 12, 4 na parte decisiva) e a normalidade voltou a imperar.
Em suma, os Estados Unidos confirmaram o esperado ouro, mas tal como acontecera na meia-final com a Sérvia (aí de forma ainda mais evidente) tiveram de suar imenso para não perder. A diferença é cada vez menor...
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