João Ribeiro e o 6.º na final do K2 500: «Ambicionávamos mais, mas houve 5 barcos melhores do que nós»
Dupla portuguesa campeã mundial ficou com um diploma olímpico
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João Ribeiro e Messias Baptista chegaram a Paris'2024 como campeões mundiais em K2 500, e deixam a capital francesa com um diploma olímpico, depois de terem sido sextos na final desta manhã. Mas fica um pouco a desilusão.
"O nosso objeto era uma tirar uma medalha, sem dúvida, mas claro que ser sextos do Mundo não é um resultado mau, mas ambicionávamos e queríamos mais, tivemos todas as condições para chegar aqui e tirar um melhor resultado do que este, não foi possível, houve cinco barcos melhores do que nós hoje e só temos que lhes dar os parabéns", começou por dizer João Ribeiro em declarações à RTP.
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Messias Baptista é que não escondeu no rosto a desilusão, mal terminou a prova. E explicou as razões deste sentimento.
"Talvez cansaço, tristeza, um pouco de frustração. Chegámos aqui como campeões do Mundo, um barco constante durante o ciclo olímpico e ambicionávamos uma medalha obviamente, fizemos a nossa prova, não deu, é porque os outros foram hoje melhores, há que eles dar mérito".
Mas um diploma é sempre um diploma. "Sim, orgulhosos por este ciclo olímpico, pelo trabalho que fizemos, abdicámos de muita coisa, fou duro e queríamos culminá-lo com uma medalha, mas ficámos o meu quarto diploma olímpico o segundo do Messias. Já mais um ciclo olímpico pela frente", referiu João Ribeiro, que já tinha conseguido resultados entre os oito primeiros no Rio'2016 (4.º/K2 1000 e 6.º/K4 1000) e Tóquio'2020 (8.º/K4 500), enquanto o colega também esteve em Tóquio'2020 (8.º/K4 500).
E fazer duas provas (meia-final e final) no espaço de duas horas? "Para nós, se fossem em dias diferentes era melhor, mas trabalhámos nos últimos meses para fazer duas provas seguidas, não hoje não caiu infelizmente".