Tem um apelido igual ao do seu tio, Javier Sotomayor, mas se hoje conquistar a medalha de ouro olímpica no boxe (-64 quilos), não será por Cuba, mas, sim, pelo Azerbaijão. Falamos de Lorenzo Sotomayor, que, aos 30 anos, está rendido ao país que lhe tem dado todas as condições . "Se não tivesse saído de Cuba, não teria vindo aos Jogos Olímpicos. Trabalhava muito e não tinha muito tempo para treinar", justificou o sobrinho do lendário recordista mundial do salto em altura com 2,45 metros, desde 1993.
Lorenzo Sotomayor mudou-se de Cuba para o Azerbaijão, em 2013. Recebera um telefonema de um treinador e foi assim que tudo começou. "Só posso agradecer a Deus terem feito essa chamada telefónica. Adoro o estilo de vida em Baku e já fiz muitos amigos. As pessoas são fantásticas", explicou Lorenzo Sotomayor, que tem dois ídolos: o seu tio, medalha de ouro nos Jogos de Barcelona (1992) e o pugilista Muhammad Ali, falecido este ano. "Em Cuba, todos os jovens querem ser como Ali, que é uma grande referência para os mais novos. Quando treinam boxe nas ruas todos querem copiar os seus gestos técnicos. Parecem autênticas borboletas a voar", referiu o pugilista do Azerbaijão, que pede ajuda a Deus todos os dias para ganhar o ouro olímpico.
Lorenzo Sotomayor teve que se contentar com a prata, Vitaly Dunaytsev e Artem Harutyunyan conquistaram o bronze.
Joe Joyce teve que se contentar com a prata, ilip Hrgovic e Ivan Dychko conquistaram o bronze.
Misha Aloian teve que contentar com a prata, Yoel Finol e Jianguan Hu conquistaram o bronze.
Nouchka Fontijn teve que se contentar com a prata, Dariga Shakimova e Li Qian conquistaram o bronze.
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