Foto com tocha vira negócio

Na praia de Copacabana

Reinaldo Maia não vai ganhar um Prémio Nobel, mas pode receber um diploma pela sua criatividade para ganhar dinheiro com uma tocha olímpica. Uma das originais, que foi transportada pelo Brasil.

A ideia surgiu há algum tempo e o estudante universitário, de 27 anos, natural do bairro da Tijuca, estudou o plano de ação ao pormenor: começou por comprar um exemplar. Viu os preços na internet, mas não gostou: cerca de 7 mil euros. Fez os seus contactos e acabou por adquiri-la a um particular, que inicialmente lhe pediu 2.300 euros, mas que acabou por vendê-la por 1.700. "Inicialmente queria comprar uma tocha para ficar como recordação dos Jogos Olímpicos. Como o preço era muito alto, pensei então numa forma de conseguir comprá-la e depois fazer algo para recuperar o dinheiro", explicou Reinaldo Maia à Reuters.

Não demorou muito tempo a ter dinheiro nas mãos. Juntamente com o amigo Daniel Araújo, Reinaldo Maia escolheu estrategicamente um local para os turistas tirarem fotografias com a tocha, na praia de Copacabana, junto aos anéis olímpicos, cobrando por cada foto apenas 5 reais, cerca de um euro e meio. Em três horas amealhou 150 euros e com a chegada de mais turistas, o lucro vai crescendo sem muito esforço. "Pelo movimento e interesse das pessoas acho que vai resultar. Já veio muita gente tirar fotografias de França, dos EUA e do Japão", confessou o estudante, que não teve a sorte de ser uma figura pública a transportar a tocha olímpica. Se fosse o esse o caso, teria tido uma gratuita.

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