A segurança está em primeiro lugar
Benkablia e o hondurenho Elis foram os únicos a bater Bruno Varela na fase de grupos dos Jogos Olímpicos.
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Na gestão possível que Rui Jorge fez no jogo com a Argélia, a posição de guarda-redes não mudou de dono. Bruno Varela repetiu a titularidade e a explicação é simples: precisa de ganhar minutos já que na época passada fez apenas um jogo no Valladolid – além dos jogos particulares na pré-época do V. Setúbal.
Bruno Varela, de 21 anos, brilhou com duas grandes defesas e deu a sensação que no remate certeiro de Benkablia nada podia fazer. Ou podia? "Vou ser sincero: na minha opinião, enquanto guarda-redes, posso sempre fazer um bocado mais. Estar mais atrás, mais ao lado, mas a verdade é que era uma bola muito complicada. Fico frustrado por ter sofrido o golo, como fico sempre, qualquer que seja o golo. Não gosto de sofrer, mas há que dar mérito ao avançado da Argélia, foi um bom lance dele", analisou.
Entre os melhores
Benkablia e o hondurenho Elis foram os únicos a bater Bruno Varela na fase de grupos dos Jogos Olímpicos. Melhor só Hameed, do Iraque, com um golo sofrido e o brasileiro Weverton, ainda imbatível em 3 jogos. No caso do guarda-redes português, os números e as exibições contribuem para uma aventura única: "Os Jogos Olímpicos têm sido a melhor experiência da minha carreira. E claro que tenho o sonho da medalha mas por agora vamos pensar nos quartos-de-final." *