Saiba de onde vêm as marcas no corpo de Phelps
Nadador norte-americano destacou-se e não foi apenas pela 19.ª medalha de ouro
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A primeira aparição de Michael Phelps nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro não ficou marcada apenas por mais uma (a 19.ª...) medalha de ouro em Olimpíadas. O nadador norte-americano ajudou a estafeta do seu país a vencer a prova dos 4x100 livres e mostrou estar em boa forma. Mas, ao mesmo tempo, deu nas vistas também pelas marcas circulares, em tom cor de rosa, presentes na sua pele junto ao ombro direito, costas e até no joelho direito.
O Twitter, sempre ele, prontamente 'arranjou' explicações para o caso, dizendo-se que o Tubarão de Baltimore havia dormido por cima das suas inúmeras medalhas, ficando com as marcas no corpo, entre outras piadas, de bom ou mau gosto... Brincadeiras à parte, a verdade é que Phelps recorreu a um tratamento milenar, denominado 'cupping', que serve para acelerar o processo de recuperação física.
A mesma consiste na colocação de copos de silicone (ou mesmo vidro) em áreas específicas do corpo, criando-se um movimento de sucção que puxará a pele (durante o máximo de 15 minutos) e aumentará o fluxo sanguíneo, estimulando a recuperação e relaxamento dos músculos.
Ao contrário do que se possa pensar, tal tratamento não traz muito desconforto ao atleta, pese o facto de as marcas persistirem durante alguns dias. E Phelps, refira-se, não é o único na comitiva dos EUA a recorrer a ao 'cupping', já que outros compatriotas da natação e mesmo da ginástica também já surgiram nas suas provas com as já famosas marcas circulares. Esta prática, refira-se, suscita algum ceticismo entre a comunidade médica, que suspeita da sua real eficácia. Seja como for, os atletas norte-americanos parecem aprová-la.