O tenista sérvio Novak Djokovic, número um do ranking mundial, considerou esta quarta-feira que a "pressão é um privilégio", uma vez que, "sem ela, não pode existir desporto profissional".
"A pressão é um privilégio. Sem ela, não há desporto profissional. Para ter a esperança de permanecer no topo de um desporto, é preciso aprender a lidar com a pressão", disse o líder da hierarquia ATP.
Esta análise de 'nole' surge na sequência da renúncia por parte da ginasta norte-americana Simone Biles, que vai falhar a final individual do all-around e desfalcou a seleção em plena final feminina por equipas dos Jogos Olímpicos Tóquio'2020, devido a problemas de saúde mental.
O sérvio, que procura tornar-se no primeiro tenista a vencer os quartos majors e o ouro olímpico no mesmo ano, garantiu que a sua mentalidade foi um fator crucial para explicar a sua longevidade.
"Dentro e fora do campo, todas as expectativas. Aprendi a desenvolver um mecanismo para gerir isto, para que não me incomode mais, não me canse", explicou.
Por LusaFoi campeão dos 400 metros livres nos Jogos Olímpicos Tóquio'2020
É o segundo mais jovem de oito lusos a figurar nos 100 melhores
Clube emite comunicado em que denuncia as palavras "em tom pejorativo" do árbitro da AF Aveiro
Pela segunda edição consecutiva, a prova continua a mostrar os dotes dos mais jovens
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Médio francês diz que o português "é muito especial"
Situação inusitada acontece já esta sexta-feira com a receção do Den Bosch ao ADO Den Haag, da 2.ª divisão
Polícia tem aconselhado os clubes a fazerem alterações por causa do duelo das águias com o Moreirense
Coman foi o herói da meia-final ao apontar hat-trick. Ronaldo e Félix foram titulares