Premium 07 agosto 2021 - 13:21

Era empregada de café, babysitter... e agora foi a Tóquio buscar o bronze: a odisseia de Molly Seidel

Norte-americana sai dos Jogos medalhada, um ano e meio depois da sua primeira maratona

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Meteu o nariz onde não era chamada – assim assumiu Molly Seidel no final da maratona olímpica disputada esta madrugada. E no final acabou a conquistar a medalha de bronze, nesta que foi apenas a sua terceira maratona. Já o resto do pódio não trouxe grandes surpresas, com Peres Jepchirchir e Brigid Kosgei a encarregarem-se dos primeiros lugares, sendo que na escala proporcionalmente inversa – na do altamente improvável – surgiu mesmo a norte-americana: uma maratonista que ainda antes de se qualificar para Tóquio'2020 só o era 'part-time', o que já era uma surpresa. Ela que tinha também os seus afazeres como empregada de café e babysitter.

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