Quem corre por gosto...: Riley Day trabalhou num supermercado para poder ir a Tóquio

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• Foto: Reuters
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"Não vou parar por nada para ser a melhor", dizia Riley Day – depois de soltar um palavrão que não pode ser aqui escrito e algo que incrédula com o que acabava de fazer. Era mais comum vê-la, nos subúrbios de Queensland, na sua secção de hortícolas ou a aviar as compras semanais do senhor John, ainda que todos soubessem que no tempo em que não estava no supermercado quase de certeza a encontrariam na pista. Foi assim que organizou a sua vida nos últimos tempos para conseguir estar em Tóquio. Ficou à porta da final dos 200 metros, mas deixou a promessa de que ainda vai ser a melhor.

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