Evento inaugural durou quase quatro horas e foi marcado por um incrível show tecnológico
E mais fogo de artifício, agora para encerrar a cerimónia. É quase meia noite em Tóquio. Está na hora de recolher à base, que amanhã, logo pela fresquinha há provas para fazer. Tudo para seguir em direto no site de Record, com natural foco na representação portuguesa.
Mais de três horas e meia depois, a cerimónia está quase a terminar. Segue-se o acender da pira olímpica, uma honra que pertence a Naomi Osaka.
Antes já outros atletas - olímpicos e paralímpicos -, mas também uma enfermeira, a tinham levado para o centro do relvado. Foram eles Tadahiro Nomura e Saori Yoshida (judo e luta); os basebolistas Shigeo Nagashima, Sadaharu Oh e Hideki Matsui; uma enfermeira que esteve na linha da frente na luta contra a Covid-19; o atleta paralímpico Wakako Tsuchida; um grupo de seis estudantes...
É agora mostrado um clipe com todos os recintos que vão receber eventos destes Jogos Olímpicos. Depois disso, mais um momento de realce da tradição, com uma performance de Kabuki.
Depois de ter sido transportada por seis atletas (um por cada continente, mais a equipa olímpica dos refugiados), a bandeira foi hasteada antes do entoar o hino olímpico. Os atletas escolhidos foram Kento Momota (Japão - Ásia, badminton), Elena Galiabovitch (Austrália - Oceânia, tiro), Cyrille Tchatchet II (equipa de refugiados, halterofilismo), Paula Pareto (Américas - Argentina, judo), Mehdi Essadiq (África - Marrocos, triatlo) e Paola Ogechi Egonu (Europa - Itália, voleibol).
Depois dos discursos, o imperador Naruhito declara oficialmente inaugurados os Jogos Olímpicos Tóquio'2020. Só falta a entrada da bandeira olímpica, o posterior hastear e a cerimónia ficará terminada...
Thomas Bach agradece também aos voluntários e a todos os japoneses, por terem permitido que os atletas pudessem ter a oportunidade de realizar o sonho olímpicos. "Vocês inspiraram-nos, a todos nós, a lutar tal como vocês, a lutar para tornar este momento possível", disse o líder do COI.
Thomas Bach, presidente do Comité Olímpico Internacional, toma a palavra. "Hoje é um momento de esperança, mesmo que seja diferente do que esperávamos. Estamos aqui todos juntos, todos sob o mesmo teto na Aldeia Olímpico. Este é o poder de união do desporto, uma mensagem de paz, unidade e resiliência. Dá-nos uma esperança de que teremos uma viagem positiva em comum. Só aqui estamos porque vocês, os japoneses, não deixaram de expressar a vossa vontade e para vocês fica o nosso respeito", declarou Bach, que em seguida expressa "profunda gratidão" aos organizadores por terem tornado estes Jogos realidade.
Seiko Hashimoto, a presidente do Comité de Organização destes Jogos, dá as boas-vindas a todos os presentes em Tóquio. Hashimoto assume as dificuldades encontradas, mas mostra-se feliz por ver a prova finalmente a arrancar. "Que nos levem a algo de novo", desejou, lembrando posteriormente as batalhas travadas por todos na luta contra a Covid-19, desde as equipas médicas ao próprio povo japonês.
E mais um belíssimo momento, ao som da música 'Imagine' celebrizada por John Lennon. A partir de várias cantos do planeta, Angelique Kidjo, Alejandro Sanz, John Legend e Keith Urban deram voz a este fantástico momento musical.
Três atletas, dois treinadores e um juiz são os responsáveis por um dos momentos mais solenes destes Jogos Olímpicos.
Depois dos Estados Unidos - a casa dos Jogos de 2028 -, a França (o país que receberá os Jogos de 2024) e agora o Japão. Está terminada (finalmente!) a cerimónia de entrada das nações.
Sue Bird (basquetebol) e Eddy Alvares (basebal) entram como porta-estandarte da enorme comitiva dos Estados Unidos. É a maior seleção de todas e são, como habitual, os grandes candidatos a 'limpar' o medalheiro.
Os Jogos ainda não começaram e já há atletas cansados. É que já vamos em mais de duas horas 'nisto'...
Quase nos esquecíamos, mas continuam a ser chamadas mais comitivas. A (enorme) cerimónia de apresentação das nações está quase a terminar. O Japão, o país da casa, será o último, mas ainda falta, por exemplo, a maior comitiva de todas: os Estados Unidos.
Quem já se abasteceu para aguentar as noitadas que estão aí a chegar? Tudo para seguir aqui, no seu Record!
Aí está Portugal, com Nelson Évora e Telma Monteiro com a honra de transportar a nossa bandeira. O frame está tremido, mas a equipa portuguesa entrou com uma boa disposição contagiante! Para muitos, como Telma Monteiro ou Nélson Évora é uma repetição de algo já vivido, mas estar presente nuns Jogos Olímpicos é sempre um momento muito especial. Ainda para mais nestas circunstâncias...
E aí está o Brasil, sempre com aquela alegria característica. Ketleyn Quadros (judo) e Bruno Rezende (voleibol) são os porta-estandarte canarinhos.
Imelda Ximenes Belo (natação) e Felisberto de Deus (atletismo) entram no estádio com a bandeira de Timor-Leste.
Nova Zelândia, Noruega, Bahrain, Paquistão, Panamá, Vanuatu, Bahamas, Papua Nova Guiné, Palau, Paraguai, Barbados, Palestina, Bangladesh..
Tuvalu, Dinamarca, Alemanha, Togo, Dominica, Rep. Dominicana, Trinidade e Tobago, Turquemenistão, Turquia, Tonga, Nigéria, Nauru, Namíbia, Nicarágua, Niger... Os países vão entrando e há várias 'fatiotas' a destacar-se. No final da cerimónia tentaremos reunir algumas das melhores.
Tailândia, Coreia do Sul, Taipé, Tajiquistão, Tanzânia, Rep. Checa, Chade, Rep. Centro Africana, China, Tunísia, Chile...
O alfabeto japonês dá ordens destas: Suriname, Sri Lanka, Eslováquia, Eslovénia, Seychelles, Guiné Equatorial, Senegal, Sérvia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Santa Lúcia, Somália, Ilhas Salomão...
Serra Leoa, Djibouti, Jamaica, Geórgia, Síria, Singapura, Suécia, Sudão, Espanha...
Entra agora a comitiva dos atletas russos. Não entra com o nome de Rússia, mas sim ROC.
São Tomé e Príncipe também entra em campo, com D´Jamila Tavares (atletismo) e Buly da Conceição Triste (canoagem) como porta-estandarte.
Chipre, Cuba, Kiribati, Quirguistão, Guatemala, Guam, Kuwait, Ilhas Cook, Croácia, Ilhas Caimão, Quénia, Costa do Marfim, Costa Rica, Kosovo, Comoros, Colômbia, Congo, RP Congo, Arábia Saudita...
Já faltou mais para Portugal entrar!
Antígua e Barbuda, Andorra, Iémen, Israel, Itália, Iraque e Irão seguem-se na cerimónia, que é acompanhada por um mix de músicas celebrizadas no mundo das consolas. É mais uma das tradições do país lembradas nesta cerimónia de abertura.
Natalia Santos (andebol) e Matias Montinho (vela) transportam a bandeira angolana nesta cerimónia. A comitiva angolana seguiu-se à de Aruba, Albânia e Arménia.
A Grécia arranca a cerimónia de entrada das comitivas, mas ao contrário do normal a ordem alfabética a seguir será a do alfabeto japonês. A lista de todos os porta-estandarte está mais abaixo neste direto. Portugal, como se sabe, estará representado pelos porta-estandarte Nelson Évora e Telma Monteiro.
O professor Muhammad Yunus, do Bangladesh, é agraciado com o Olympic Laurel. À distância, deixou uma mensagem de esperança aos presentes e a todo o Mundo.
É um dos momentos mais emblemáticos dos Jogos Olímpicos. Vem aí uma longa parada das nações, com a Grécia a abrir. O Japão, o anfitrião, fecha o cortejo.
Começam a ser desenhado no centro do estádio os cinco anéis que representam o símbolo olímpico. Estes anéis foram construídos a partir da madeira de árvores plantadas por atletas que estiveram presentes nos Jogos de 1964, também realizados em Tóquio. Cada anel tem quatro metros de diâmetro.
'Um legado que perdura' é o nome do próximo segmento desta cerimónia, que lembra o passado e também pede um momento de respeito por todos aqueles que não estão entre nós. Tanto aqueles que perderam a vida por conta da Covid-19, mas também atletas olímpicos que deixaram a sua marca ao longo da história.
Enquanto de forma solene as bandeiras nipónica e olímpica são transportadas para o centro, o imperador japonês Naruhito e Thomas Bach, presidente do COI, entram no estádio. Serão eles os responsáveis pelos dois discursos de abertura dos Jogos.
A longa cerimónia, com duração de praticamente quatro horas, contará com vários segmentos. O primeiro diz respeito aos atletas e a sua necessidade para se redescobrirem neste período de incerteza por conta da pandemia. O protagonista principal é Arisa Tsubata, um pugilista nipónico que falhou estes Jogos deposi do cancelamento das provas de qualificação.
Afeganistão: Kimia Yousofi (atletismo) e Farzad Mansouri (taekwondo)
Albânia: Luiza Gega (atletismo) e Briken Calja (halterofilismo)
Alemanha: Laura Ludwig (voleibol de praia) e Patrick Hausding (saltos para a água)
Argélia: Amel Melih (natação) e Mohamed Flissi (boxe)
Andorra: Monica Doria Vilarrubla (canoagem slalom) e Pol Moya (atletismo)
Angola: Natalia Santos (andebol) e Matias Montinho (vela)
Antígua e Barbuda: Samantha Roberts (natação) e Cejhae Greene (atletismo)
Argentina: Cecilia Carranza Saroli (vela) e Santiago Raul Lange (vela)
Arménia: Varsenik Manucharyan (natação) e Hovhannes Bachkov (boxe)
Aruba: Allyson Ponson (natação) e Mikel Schreuders (natação)
Austrália: Cate Campbell (natação) e Patty Mills (basquetebol)
Áustria: Tanja Frank (vela) e Thomas Zajac (vela)
Azerbaijão: Farida Azizova (taekwondo) e Rustam Orujov (judo)
Bahamas: Joanna Evans (natação) e Donald Thomas (atletismo)
Barein: Noor Yusuf Abdulla (natação) e Husain Alsayyad (andebol)
Bangladesh: Md Ariful Islam (natação)
Barbados: Danielle Titus (natação) e Alex Sobers (natação)
Bielorrússia: Hanna Marusava (tiro com arco) e Mikita Tsmyh (natação)
Bélgica: Nafissatou Thiam (atletismo) e Felix Veronique B. Denayer (hóquei)
Belize: Samantha Dirks (atletismo) e Shaun Gill (atletismo)
Benin: Nafissath Radji (natação) e Privel Hinkati (remo)
Bermudas: Dara Alizadeh (remo)
Butão: Karma Karma (tiro com arco) e Sangay Tenzin (natação)
Bolívia: Karen Torrez (natação) e Gabriel Castillo (natação)
Bósnia e Herzegovina: Larisa Ceric (judo) e Amel Tuka (atletismo)
Botsuana: Amantle Montsho (atletismo) e Rajab Otukile Mahommed (boxe)
Brasil: Ketleyn Quadros (judo) e Bruno Rezende (voleibol)
Brunei: Muhammad Isa Ahmad (natação)
Bulgária: Maria Grozdeva (tiro) e Josif Miladinov (natação)
Burquina: Angelika e Ouedraogo (natação) e Hugues Fabrice Zango (atletismo)
Burundi: Ornella Havyarimana (boxe) e Belly-Cresus Ganira (natação)
Cabo Verde: Jayla Pina (natação) e Jordin Andrade (atletismo)
Camboja: Bunpichmorakat Kheun (natação) e Sokong Pen (atletismo)
Camarões: Joseph Emilienne Essombe Tiako (luta livre) e Albert Mengue Ayissi (boxe)
Canadá: Miranda Ayim (basquetebol) e Nathan Hirayama (râguebi)
Chade: Demos Memneloum (judo) e Bachir Ahmat Mahamat (judo)
Chile: Francisca Crovetto Chadid (tiro) e Marco Grimalt (voleibol de praia)
Chipre: Andri Eleftheriou (tiro) e Milan Trajkovic (atletismo)
Colômbia: Caterine Ibarguen (atletismo) e Yuberjen Herney Martinez Rivas (boxe)
Comores: Amed Elna (atletismo) e Fadane Hamadi (atletismo)
Congo: Natacha Ngoye Akamabi (atletismo)
Costa Rica: Andre Carolina Vargas (Atletismo) e Ian Sancho Chinchila (Judo)
Costa do Marfim: Marie-Josee Ta Lou (Atletismo) e Cheick Sallah Cisse (Taekwondo)
Croácia: Sandra Perkovic (Atletismo) e Josip Glasnovic (tiro)
Cuba: Yaime Perez (Atletismo) e Mijain Lopez Nunez (Luta)
Dinamarca: Sara Slott Petersen (atletismo) e Jonas Warrer (vela)
Djibouti: Aden-Alexandre Houssein (judo)
Dominica: Thea Lafond (atletismo) e Dennick Luke (atletismo)
Egito: Hedaya Wahba (Taekwondo) e Alaaeldin Abouelkassen (esgrima)
El Salvador: Celina Marquez (natação) e Enrique Jose Arathoon Pacas (vela)
Equador: Maria Alexandra Escobar Gerrero (halterofilismo) e Julio Cesar Castillo Torres (boxe)
Eriteia: Nazret Weldu (Atletismo) e Ghirmai Efrem (natação)
Essuatíni: Robyn Young (natação) e Thabiso Dlamini (boxe)
Estados Federados da Micronésia: Taeyanna Adams (natação) e Scott James Fiti (Atletismo)
Estônia: Dina Ellermann (hipismo) e Tonu Endrekson (remo)
Etiópia: Abdelmalik Muktar (natação)
Fiji: Rusila Nagasau (râguebi) e Jerry Tuwai (râguebi)
Finlândia: Satu Makela-Nummela (tiro) e Ari-Pekka Liukkonen (natação)
França: Clarisse Agbegnenou (judo) e Samir Ait Said (ginástica)
Gabão: Aya Girard de Langlabe Mpali (natação) e Anthony Mylann Obame (Taekwondo)
Gâmbia: Gina Bass (atletismo) e Ebrima Camara (atletismo)
Gana: Nadia Eke (atletismo) e Sulemanu Tetteh (boxe)
Geórgia: Nino Salukvadze (tiro) e Lasha Talakhadeze (halterofilismo)
Guiné Equatorial: Alba Mbo Nchama (atletismo) e Benjamin Enzema (atletismo)
Quénia: Mercy Moim (voleibol) e Andrew Amonde (râguebi)
Quiribati: Kinaua Biribo (judo) e Ruben Katoatau (halterofilismo)
Kosovo: Majlinda Kelmendi (judo) e Akil Gjakova (judo)
Kuwait: Lara Dashti (natação) e Tala Alrashidi (tiro)
Quirguistão: Kanykei Kubanychbekova (tiro) e Denis Petrashov (natação)
República Democrática Popular do Laos: Silina Pha Aphay (atletismo) e Santisouk Inthavong (natação)
Letônia: Jelena Ostapenko (ténis) e Agnis Cavars (basquetebol 3x3)
Líbano: Ray Bassil (tiro) e Nacif Elias (judo)
Lesoto: Não tem.
Libéria: Ebony Morrison (atletismo) e Joseph Fahnbulleh (atletismo)
Líbia: Alhussein Ghambour (remo)
Liechtenstein: Julia Hassler (natação) e Raphael Schwendinger (judo)
Lituânia: Sandra Jablonskyte (judo) e Giedrius Titenis (natação)
Luxemburgo: Christine Majerus (ciclismo de estrada) e Raphael Stacchiotti (natação)
Madagáscar: Damiella Nomenjanahary (judo) e Eric Herman Andriantsitohainia (halterofilismo)
Malawi: Jessica Makwenda (natação) e Areneo David (tiro com arco)
Malásia: Liu Ying Goh (badminton) e Zii Jia Lee (badminton)
Maldivas: Abdul Razzaq Fathimath Nabaaha (badminton) e Mubal Azzam Ibrahim (natação)
Mali: Seydou Fofana (taekwondo)
Malta: Eleanor Bezzina (tiro) e Andrew Chetcuti (natação)
Ilhas Cayman: Jillian Crooks (natação) e Brett Fraser (natação)
Ilhas Cook: Kirsten Andrea Fisher-Marsters (natação) e Wesley Tikiariki Roberts (natação)
República Centro-Africana: Chloe Sauvourel (natação) e Francky Mbotto (atletismo)
República Democrática do Congo: Marcelat Sakobi Matshu (boxe) e David Tshama Mwenekabew (boxe)
República Dominicana: Priscila Rivera Brens (voleibol) e Rodrigo Marte de la Rosa (boxe)
República Tcheca: Petra Kvitova (ténis) e Tomas Satoransky (basquetebol)
Samoa: Tilali Scanlan (natação) e Tanumafili Malietoa Jungblut (halterofilismo)
Taipé Chinesa: Hsing-Chun Kuo (halterofilismo) e Yen-Hsun Lu (ténis)
Timor-Leste: Imelda Ximenes Belo (natação) e Felisberto de Deus (atletismo)
Grã-Bretanha: Hannah Mills (vela) e Mohamed Sbihi (remo)
Grécia: Anna Korakaki (tiro) e Eleftherios Petrounias (ginástica)
Granada: Kimberly Ince (natação) e Delron Felix (natação)
Guam: Regine Kate Tugade (atletismo) e Joshter Andrew (judo)
Guatemala: Isabella Maegli (vela) e Juan Maegli (vela)
Guiné: não tem
Guiné-Bissau: Taciana Cesar (judo) e Augusto Midana (luta)
Guiana: Chelsea Edghill (ténis de mesa) e Andrew Fowler (natação)
Haiti: Sabiana Anestor (judo) e Darrelle Valsaint Jr. (boxe)
Honduras: Keyla Paola Avila Ramirez (taekwondo) e Julio Horrego (natação)
Hong Kong: Ying Suet Tse (badminton) e Ka Long Cheung (esgrima)
Hungria: Aida Gabriela Mohamed (esgrima) e Laszlo Cseh (natação)
Islândia: Snaefridur Sol Jorunnardottir (natação) Anton McKee (natação)
Índia: Chungneijang Mery Kom Hmangte (boxe) e Manpreet Singh (hoquéi)
Indonésia: Nurul Akmal (halterofilismo) e Rio Waida (surf)
Iraque: Fatimah Abbas Waheed Al-Kaabi (tiro) e Mohammed Al-Khafaji (remo)
Irlanda: Kellie Anne Harrington (boxe) e Brendan Irvine (boxe)
Irã: Haniyeh Rostamiyan (tiro) e Mohammadsamad Nik Khahbahrami (basquetebol)
Israel: Hanna Minenko (atletismo) e Yakov Toumarkin (natação)
Itália: Jessica Rossi (tiro) e Elia Viviani (ciclismo)
Jamaica: Shelly-Ann Fraser-Pryce (atletismo) e Ricardo Brown (boxe)
Japão: Yui Susaki (luta) e Rui Hachimura (basquetebol)
Jordânia: Julyana Al-Sadeq (taekwondo) e Zeyad Eishaih Hussein Eashash (boxe)
Cazaquistão: Olga Rypakova (atletismo) e Kamshybek Kunkabayev (boxe)
Ilhas Marshall - Colleen Furgeson (natação) e Phillip Kinono (natação)
Mauritania - Houleye Ba (atletismo) e Abidine Abidine (atletismo)
Ilhas Maurício - Marie Hanitra Roilya Ranaivosoa (halterofilismo) e Louis Richarno Colin (boxe)
México - Gabriel Lopez (golfe) e Rommel Pacheco Marrufgo (saltos para a água)
Mônaco - Xiaoxin Yang (ténis de mesa) e Quentin Antognelli (remo)
Mongólia - Khulan Onolbaatar (basquetebol 3x3) e Duurenbayar Ulziibayar (judo)
Montenegro - Jovanka Radicevic (andebol) e Drasko Brguljan (pólo aquático)
Marrocos - Oumayna Bel Ahbib (boxe) e Ramzi Boukhian (surf)
Moçambique - Rady Adosinda Gramane (boxe) e Kevin Loforte (judo)
Myanmar - Thet Htar Thuzar (badminton) e Ye Tun Naung (tiro)
Namíbia - Maike Diekman (remo) e Jonas Jonas (boxe)
Nauru - Nancy Genzel Abouke (halterofilismo) e Jonah Harris (atletismo)
Nepal - Gaurika Singh (natação) e Alexander Shah (natação)
Holanda - Keet Oldenbeuving (skate) e Churandy Martina (atletismo)
Nova Zelândia - Sarah Hirini (râguebi) e David Nyika (boxe)
Nicarágua: Sema Nancy Ludrick Rivas (halterofilismo) e Edwin Orlando Barberena Mercado (tiro)
Niger: Roukaya Mousa Mahamane (natação) e Abdoul Razak Issoufou Alfaga (taekwondo)
Nigéria: Odunayo Adekuoroye (luta) e Quadri Aruna (ténis de mesa)
Macedônia do Norte: Arbresha Rexhepi (judo) e Dejan Georgievski (taekwondo)
Noruega: Anne Tuxen (saltos para a água) e Tomoe Hvas (natação)
Omã: Issa Samir Hamed Al Adwai (natação)
Paquistão: Mahoor Shahzad (badminton) e Muhamaad Khalil Akhtar (tiro)
Palau: Osisang Chilton (natação) e Adrian Justin Jimena Ililau (atletismo)
Palestina: Dania Nour (natação) e Mohammed KH Hamada (halterofilismo)
Panamá: Atheyna Bylon (boxe) e Alonso Edward (atletismo)
Papua Nova Guiné: Loa Dika Toua (halterofilismo) e Morea Baru (halterofilismo)
Paraguai: Veronica Cepede Royg (ténis) e Fabrizio Zanotti (golf)
China: Ting Zhu (voleibol) Shuai Zhao (taekwondo)
Peru: Daniela Rosas (surf) e Lucca Mesinas (surf)
Filipinas: Kiyomi Watanabe (judo) e Eumir Marcial (boxe)
Polónia: Maja Wloszczowska (BTT) e Pawel Korzeniowski (natação)
Portugal: Telma Monteiro (judo) e Nelson Évora (atletismo)
Porto Rico: Adriana Diaz (ténis de mesa) e Brian Afanador (ténis de mesa)
Qatar: Tala Abujbara (remo) e Mohammed Al Rumaihi (tiro)
Equipa Olímpica de Refugiados: Yusra Mardini (natação) e Tachlowini Gabriyesos (atletismo)
Coreia do Sul: Yeon Koung Kim (voleibol) e Sunwoo Hwang (natação)
Moldávia: Alexandra Mirca (tiro com arco) e Dan Olaru (tiro com arco)
Comité Olímpico Russo: Sofya Velikaya (esgrima) e Maxim Mikhaylov (voleibol)
Roménia: Madalina Beres (remo) e Robert Glinta (natação)
Ruanda: Alphonsine Agahozo (natação) e John Hakizimana (atletismo)
São Cristóvão e Névis: Amya Clarke (atletismo) e Jasoin Rogers (atletismo)
Santa Lúcia: Levern Spencer (atletismo) e Jean-Luc Zephir (natação)
Samoa: Alex Rose (atletismo)
San Marino: Arianna Valloni (atletismo) e Myles Nazem Amine (luta)
São Tomé e Príncipe: D´Jamila Tavares (atletismo) e Buly da Conceição Triste (canoagem)
Arábia Saudita: Tahani Alqahtani (judo) e Husein Alireza (remo)
Senegal: Jeanne Boutbien (natação) e Mbagnick Ndiyae (judo)
Sérvia: Sonja Vasic (basquetebol) e Filip Filipovic (pólo aquático)
Seychelles: Felicity Passon (natação) e Rodney Goviden (vela)
Serra Leoa: Maggie Barrie (atletismo) e Frederick Harris (judo)
Singapura: Mengyu Yu (ténis de mesa) e Kean Yew Loh (badminton)
Eslováquia: Zuzana Rehak Stefecekova (tiro) e Matej Benus (canoagem slalom)
Eslovênia: Eva Tercelj (canoagem slalom) e Bojan Tokic (ténis de mesa)
Ilhas Salomão: Sharon Firisua (atletismo) e Edgar Richardson Iro (natação)
Somália: Ramla Said Ahmed Ali (boxe) e Ali Idow Hassan (atletismo)
África do Sul: Phumelela Luphumlo Mbande (judo) e Chad Le Clos (natação)
Sudão do Sul: Lúcia Moris (atletismo) e Abraham Guem (atletismo)
Espanha: Mireia Belmonte (natação) e Saul Craviotto (canoagem de velocidade)
Sri Lanka: Milka Gehani Elpitiya Badaldge Dona (ginástica) e Chamara Repiyallage (judo)
São Vicente e Granadina: Shafiqua Maloney (atletismo)
Sudão: Esraa Mohamed Ahmed Mohamed (remo) Abobakr Abass (natação)
Suriname: Renzo Tijon-A-Joe (natação)
Suécia: Sara Algotsson Astholt (hipismo) e Max Salminen (vela)
Suíça: Mujinga Kambundji (atletismo) e Max Heinzer (esgrima)
Síria: Hend Zaza (ténis de mesa) e Ahmad Saber Hamcho (hipismo)
Tajiquistão: Temur Rakhimov (judo)
Tailândia: Naphaswan Yangpaiboon (tiro) e Savate Sresthaporn (tiro)
Togo: Claire Ayivon (remo) e Dodji Fanny (ténis de mesa)
Tonga: Malia Paseka (taekwondo) e Pita Taufatofua (taekwondo)
Trinidad e Tobago: Kelly-Ann Baptiste (atletismo)
Tunísia: Ines Boubakri (esgrima) e Mehdi Ben Cheikh (voleibol)
Turquia: Merve Tuncel (natação) Berke Saka (natação)
Turcomenistão: Gulbadam Babamuratova (judo) e Merdan Atayev (natação)
Tuvalu: Matie Stanley (atletismo) e Karalo Hepoiteloto Maibuca (atletismo)
Uganda: Kirabo Namutebi (natação) e Shadiri Bwogi (boxe)
Ucrânia: Olena Kostevych (tiro) e Bogdan Nikishin (esgrima)
Emirados Árabes Unidos: Yousuf Almatrooshi (natação)
Tanzânia: não tem
Estados Unidos: Sue Bird (basquetebol) e Eddy Alvares (basebal)
Uruguai: Deborah Rodriguez (atletismo) e Bruno Cetraro Berriolo (remo)
Uzbequistão: Nigora Tursunkulova (taekwondo) e Bakhodir Jarolov (boxe)
Vanuatu: Riilio Rii (remo)
Venezuela: Karen Leon (judo) e Antonio José Diaz Fernandez (karaté)
Vietnam: Thi Lan Quach (atletismo) e Huy Hoang Nguyen (natação)
Ilhas Virgens Britânicas: Elinah Phillip (natação) e Kyron McMaster (atletismo)
Ilhas Virgens Americanas: Natalia Jean Kuipers (natação) e Adriel Sanes (natação)
Iêmen: Yasamenn Al-Raimi (tiro) e Ahmed Ayash (judo)
Zâmbia: Tilka Paljk (natação) e Everisto Mulenga (boxe)
Zimbábue: Donata Katai (natação) e Peter Purcell-Gilpin (remo)
Este dia 0 dos Jogos Olímpicos fica já marcado pela baixa confirmada de Frederico Morais, isto depois do surfiste ter testado positivo à Covid-19.
Com o número de atletas presentes limitado nesta cerimónia, Portugal entrará nesta cerimónia na posição 168 da parada das nações, com Nélson Évora e Telma Monteiro a representarem as nossas cores.
Bom dia! Sejam bem-vindos ao primeiro de vários diretos que iremos levar até si sobre estes Jogos Olímpicos Tóquio'2020. Para começar a aventura, arranca dentro de meia hora a cerimónia de abertura, a realizar no Estádio Olímpico, que este ano contará com várias novidades, especialmente por conta da pandemia, que encurtará bastante o número de atletas que estarão presentes. Ainda assim, uma coisa é garantida: prevê-se um espectáculo de luz e som, bem ao estilo japonês. Fique por aí!
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