O céu (e a idade) foi o limite: quatro bandeiras e oito Jogos depois, Chusovitina despede-se

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Uma carreira com mais anos do que os que têm de vida muitos atletas. Também é certo que campeãs sem idade para votar é do que há de mais normal na história da ginástica artística – e à memória virão os casos de Nadia Comaneci ou de Gabby Douglas –, mas há um nome que tem mostrado que também é possível unir-se mente sã em corpo são quando já se está na casa dos 40. "Dificilmente estarei em Tóquio", dizia Oksana Chusovitina quando se despedia do Rio de Janeiro. Mas esteve mesmo em Tóquio e protagonizou um momento pouco visto: juízes, adversários, treinadores, voluntários e jornalistas de pé, aplaudindo uma atleta olímpica por oito ocasiões que se despede dos tapetes.

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