Reza Avé Marias antes de entrar na água e sai como divindade: Ledecky chegou às 10 medalhas olímpicas
Norte-americana de 24 anos numa elite bem restrita
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E Katie Ledecky foi igual a si própria. Afastou os fantasmas que teimam em querer assombrar nestes Jogos muitos dos que parecem ter o ouro cantado - lembremos as surpresas Djokovic ou Biles -, e nadou para o primeiro lugar da sua especialidade. O terceiro consecutivo. Porque aquela miúda franzina, de ombros largos e cintura fina – por muito que dissessem ser uma envergadura assim-assim para uma nadadora olímpica - não mais parou de conquistar o Mundo desde Londres.