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Delegação nacional sai de Tblissi com quatro nonos lugares
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Portugal despediu-se este domingo dos Europeus de judo, que decorrem desde quinta-feira no Palácio dos Desportos de Tblissi, com derrotas nos combates de estreia da olímpica Rochele Nunes e de Diogo Brites.
Rochele, de 36 anos e que fazia na capital georgiana a sua terceira competição internacional depois de ter sido mãe em maio de 2025, estreou-se já nos oitavos de final, numa categoria (+78 kg) com apenas 18 inscritas.
A judoca do Benfica, que ainda continua à procura da melhor forma e que foi medalha de bronze em Europeus em 2020 e 2021, sendo esta a sua sétima participação na competição continental, perdeu hoje no 'golden score' com a estónia Emma Aktas.
Depois de muito equilíbrio nos primeiros quatro minutos, sem que nenhuma judoca conseguisse impor pegas e provocar desequilíbrios, foi aos 11 segundos do prolongamento - fase em que o primeiro judoca a pontuar ganha -, que Rochele sofreu um yuko.
A judoca sofreu um 'golpe' que a levou ligeiramente ao tapete, com uma pequena lateralidade da anca, o suficiente para atribuir pontuação à estónia e deixar a portuguesa desconsolada, de joelhos, consciente de que terminavam 'cedo' os Europeus.
Um pouco antes, na categoria mais pesada masculina (+100 kg), também Diogo Brites caiu diante de um judoca da Estónia, com o português, que abriu o dia de combates no tatami central, a perder já no último dos quatro minutos, depois de o estónio Karl Turk o conseguir imobilizar [osaekomi] durante mais de 10 segundos.
A técnica, realizada ao nível do tatami, deu ao estónio as pontuações de waza-ari e yuko e, nos segundos finais do combate, o português não conseguiu reverter a situação, ficando, assim, pelo caminho no segundo Europeu da carreira.
Portugal sai de Tblissi com quatro nonos lugares, de Miguel Gago (-66 kg), Otari Kvantidze (-73 kg), Bárbara Timo (-70 kg), todos com uma vitória e uma derrota, e Rochele Nunes (+78 kg), apesar da derrota na estreia.
Maria Siderot (-52 kg), Bernardo Tralhão (-60 kg) e Diogo Brites (+100 kg) foram eliminados de início, mas em categorias com maior número de competidores.
Os Europeus em Tblissi valem pelas medalhas enquanto competição continental, sempre de prestígio, e pelos pontos que atribuem, possibilitando aos judocas subidas no ranking de cada categoria, embora ainda não entrem no apuramento olímpíco.
O ciclo de qualificação para Los Angeles2028 apenas arranca em junho, com o Grand Slam de Ulan Bator, embora para cada atleta importe sempre o posicionamento nas categorias a que pertencem, fator importante em matéria de sorteios nas provas de apuramento.
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