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O MERCADO português recebe sexta-feira o mais recente trunfo da Peugeot para o segmento médio. Lançado em França no passado mês de Abril, o 307 chega agora ao nosso País e transporta, obviamente, os mesmos objectivos -"redefinir o conceito de berlina" e assumir-se como "pivot" do crescimento da marca francesa.
Resultado de um investimento que rondou os 216 milhões de contos, o Peugeot 307 é muito mais do que o natural sucessor do 306. Não só porque estreia uma nova plataforma que vai servir para outros veículos do grupo PSA Peugeot Citroën, mas também porque procura uma posição de referência num segmento onde a "competição" é particularmente exigente.
E essa posição de referência começa, por exemplo, em questões como o espaço a bordo. Afinal, a Peugeot propõe uma berlina bicorpo de cinco lugares com uma arquitectura que não desprezou alguma inspiração nos monovolumes. Estamos a falar de um automóvel com 4,2 metros de comprimento, 1,73 metros de largura e 1,51 metros de altura. Valores que, segundo a marca, "reinventam as cotas tradicionais das berlinas médias".
Identificação
O novo 307 destaca-se pelo amplo pára-brisas (1,46 m2) – obviamente responsável por um ambiente de grande luminosidade a bordo – e encontra aí, se quisermos, uma aproximação ao 607 – Executivo do Ano em Portugal. Mas também é possível, numa observação ligeira do perfil, descortinar semelhanças com o 206.
Já a circular em território francês, o 307 foi apresentado à Imprensa internacional a meio deste mês de Maio. A marca escolheu as estradas marroquinas nas proximidades da cidade de Taroudannt (a cerca de 60 quilómetros de Agadir) para evidenciar as capacidades dinâmicas do novo "leão" e não fez concessões. Diversos tipos de piso permitiram perceber as razões das referências da Peugeot a conceitos como conforto e segurança. Sem esquecer a habitabilidade e a posição de condução – mais elevada, com um piscar de olho à vida a bordo de um monovolume.
Em traços muito genéricos, pode escrever-se que o novo trunfo da Peugeot tem todas as condições para marcar uma posição de destaque num segmento particularmente agressivo e que engloba as mais variadas opções.
No nosso País, o 307 será proposto (numa primeira fase) com três propulsores diferentes. Dois a gasolina – 1.6, de 110cv e 2.0 de 138cv – e um diesel – 2.0 HDI, de 90cv. Mais tarde chegará outro diesel, o 2.0 HDI, de 110cv, com filtro de partículas. Em Julho, o nosso mercado recebe também uma versão com um motor de 1.4 (75 cv), obviamente menos penalizada em termos fiscais e que vai custar 3370 contos. Esta é, de resto, uma opção "essencial" para a Peugeot portuguesa.
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