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Quando o azar bate à porta...

Começou a aventura e começaram as avarias

Quando o azar bate à porta...
Quando o azar bate à porta...

Começou a aventura e começaram as avarias e os azares. Sem gravidade, mas ainda assim a deixarem as «vítimas» bastante aziadas, mas não mais do que a de alguns dos sportinguistas que seguem na caravana, quando escutaram as notícias que davam como certa a saída de Marco Silva de Alvalade.

Entre «Os Tugas», a equipa a que pertenço, o Paulo ficou sem «massa» na viatura e lá teve de voltar à oficina para solucionar o problema. E o Pedro viu o compressor do ar condicionado «colar», o que fez com que a respectiva correia rebentasse. Lá foi ele também até à MaxiDrive para resolver o assunto, pois apesar de estarmos no Inverno em África faz sempre calor e andar de janelas abertas significa «comer» pó à tonelada.

Mas se estas foram avarias pouco significativas e consequentemente pouco arreliadoras, houve quem fosse mesmo azarento. Imagine que tem o carro preparadinho para arrancar para Coruche, imagine que perdeu o dia de ontem a colocar tudo em ordem, imagine que testou tudo: motor, travões, luzes, rádio, GPS, frigorífico... Imagine agora que se levantou ainda de madrugada, que carregou o jipe com as últimas coisas, que se despediu da família e se preparou para arrancar. Entrou no carro, deu à chave, pôs a máquina a trabalhar e carregou no botão para abrir a porta da garagem. Pois...adivinhou: esta não abriu. Nem com comando, nem com chave, nem com nada. É mesmo preciso ter azar, c'os diabos! É claro que, mais tarde, se solucionou o problema, mas não deixou de ser um enorme «galo».

De resto, o dia foi tranquilo. Os participantes foram chegando, as verificações foram sendo feitas, reencontraram-se amigos e conhecidos, foi-se deitando os olhos pelas máquinas, uma primeira abordagem ao road book, aqui e ali dois dedos de conversa, umas compritas no espaço ocupado pela PTA, enquanto se fazia horas para o almoço. Depois foi a «palestra» tradicional do Nelson, a apresentação da equipa médica, as recomendações finais e a partida oficial para os trinta e poucos quilómetros deste prólogo através do montado ribatejano. Primeiro as motos, depois uns quantos Pandas e, finalmente, os 4x4.

Amanhã serão umas centenas de quilómetros, com partida prevista para as seis horas, até Tarifa, onde se almoçará. Pela tarde, a caravana do Sahara Desert Challenge entrará no ferry que a levará até Tanger, onde pernoitaremos. Esperemos que, desta vez, não surja nenhum imprevisto. Imaginem que as comportas do navio não se abriam...

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