Marc Márquez... e os outros

Espanhol é de novo favorito no MotoGP

• Foto: EPA
Em MotoGP, a temporada volta a começar com um claro favorito: Marc Márquez. O espanhol, que aos 25 anos já é tetracampeão mundial de MotoGP (em cinco temporadas na classe rainha – só não ganhou em 2015) espera repetir o sucesso de anos anteriores ao comando da sua Honda, mas não entra em excessos de confiança.

"Estou muito contente por ter finalmente chegado a hora de começar o Mundial. Estava ansioso, foi uma pré-temporada longa, em que as coisas me correram bem. Acredito que vamos ter um Mundial equilibrado, com muitos candidatos, e esta primeira corrida no Qatar é já uma daquelas em que se pode passar qualquer coisa", assegurou o catalão.
O piloto de Cervera viveu uma pré-época mais relaxada, depois de ter confessado que o título alcançado em 2017, apenas na última prova, lhe exigiu muito, física e mentalmente. "Cheguei a perder cabelo. Foi muito exigente e precisava de descansar."

As Ducati de Jorge Lorenzo e Andrea Dovizioso (muito fortes nos testes oficiais), as Yamaha de Maverick Viñales e do campeoníssimo Valentino Rossi e, claro, a Honda do companheiro de equipa Dani Pedrosa são, em teoria, os principais obstáculos de Márquez rumo a mais história em 2018.
Nas casas de apostas, Márquez é favorito de forma arrasadora, com Jorge Lorenzo e Andrea Dovizioso a serem segundo e terceiro, respetivamente, mas muito longe dos valores do jovem catalão. Viñales é o quarto favorito na maioria dos ‘mercados’ e Rossi surge em 5º.

Já o Mundial da classe Moto3 é, como sempre, o mais imprevisível dos três, especialmente depois de o espanhol Joan Mir, campeão do Mundo de forma arrasadora em 2017, ter subido de categoria, passando agora a ser um dos rivais de Miguel Oliveira em Moto2.

O italiano Enea Bastianini, que se mudou para a Leopard, é porventura o maior favorito ao título, mas terá a concorrência feroz das restantes Honda - como o espanhol Arón Canet e o seu jovem compatriota rookie Alonso López - mas também das muitas KTM, como é o caso do italiano Nicolo Bulega, o sul-africano Darryn Binder e do alemão Philipp Ottl. De resto, Bastianini não acusa qualquer tipo de pressão por ‘herdar’ o título de Joan Mir. "Todas os anos são diferentes e sinceramente não sinto esse peso. Isso não me provoca qualquer sentimento de ter de fazer igual." E como qualquer piloto, está de olho em subir de categoria. "Penso nisso há dois anos, mas quero fazê-lo como campeão do Mundo de Moto3."
As corridas prometem ser, como sempre, equilibradas e espetaculares, numa classe que contará com 28 pilotos na grelha de partida.
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