Faz esta sexta-feira dez anos do grave acidente que mudou a vida de Michael Schumacher, um dos maiores ícones da Fórmula 1. A 29 de dezembro de 2013, o antigo piloto encontrava-se na estação de esqui de Méribel, em França, quando sofreu uma grave queda o deixou às portas da morte e com graves lesões cerebrais. O estado de saúde do alemão de 54 anos, campeão mundial por cinco vezes (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004), continua a ser um tópico reservado para os familiares e amigos mais próximos, que mantêm o secretismo sobre a situação clínica mas as saudades apertam.
"Sinto falta do meu Michael daquela altura. A vida às vezes é injusta. Ele teve sorte muitas vezes na sua vida, mas depois aconteceu este trágico acidente. Graças a Deus, graças às opções médicas modernas, havia muito que poderia ser feito, mas nada é como costumava ser. Este destino mudou a nossa família. Houve muito azar, penso também no pobre Mick, que era apenas um rapaz na altura,", comentou Ralf Schumacher sobre o seu irmão. Mais negativo foi Willi Weber, antigo empresário do piloto: "Não tenho esperança de o voltar a ver. Não há notícias positivas ao fim de dez anos".
Gina-Maria Bethke lembra como lidou com a tragédia
Antigo piloto de Fórmula 1 reprova as constantes ameaças do tetracampeão mundial de abandonar a modalidade
Novos regulamentos do Mundial estão a gerar descontentamento
Organismo emitiu este domingo um comunicado após o GP do Japão, sublinhando que a "segurança" será sempre uma das principais preocupações
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Em causa uma alegada dívida na transferência de Lázaro para Espanha
Situação clínica do treinador romeno agrava-se
Adeptos açorianos premiados pelo fair play e apoio constante à equipa