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O sábado louco de Hulkenberg: da mesa do café ao cockpit de um F1 em poucas horas

• Foto: Reuters

Depois de ter sido a 'salvação' da Racing Point para os Grande Prémios disputados em Silverstone, na altura devido ao teste positivo à Covid-19 de Sergio Perez, Nico Hulkenberg voltou este fim de semana a 'tapar' os buracos na equipa britânica, agora por causa de Lance Stroll no Grande Prémio de Eifel. Mas ao contrário de agosto, onde teve algum tempo para se preparar para viajar, desta feita foi tudo feito literalmente a voar.

"Foi ainda mais louco do que na outra vez. Estava em Colónia a tomar café com um amigo às 11 da manhã quando vejo uma chamada do Otmar [Szafnauer, diretor da equipa]. Atendo e ele diz-me 'Hulkenberg, despacha-te, precisamos de ti aqui!'. Entrei no carro e vim logo para cá. O resto é história", revelou o piloto alemão, em declarações à Sky Sports.

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Refira-se que Hulkenberg estava a cerca de 100 quilómetros de Nurburgring, o que lhe permitiu chegar ao circuito em cerca de uma hora. Lá chegado, como manda a regra, realizou o teste de Covid-19 e foi autorizado a marcar presença na sessão de qualificação, que na prática serviu para se ambientar ao Racing Point neste traçado alemão (onde pilotou pela última vez em 2013).

Acabou por registar o pior tempo (1:28.021 minutos), mas para o alemão até foi positivo. "O carro evoluiu. Há algumas coisas que são bastante diferentes e que dão uma sensação distinta ao piloto, por isso ainda tive de as ajustar um pouco. Em quatro voltas não foi fácil, mas mesmo assim, ainda que tenhámos sido últimos, estou satisfeito com as voltas que fizemos". Quanto a domingo... "vai ser um desafio dos diabos!"

Por Fábio Lima
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