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Tailândia 'pisca o olho' à Fórmula 1: entrada no Grande Circo poderá acontecer, mas só em 2027

Apresentação oficial das equipas e carros de Fórmula 1 para a temporada de 2025
• Foto: Reuters

Se o calendário de 2025 é já o mais extenso da história da Fórmula 1, com um total de 24 corridas - às quais ainda se somam mais seis corridas sprint -, tudo leva a querer que este número poderá vir a aumentar nos próximos anos. Aliás, o ano de 2026, já apelidado de o ano da 'nova era' da Fórmula 1, já contará com a presença de Madrid, capital espanhola, no calendário da competição e, se tudo correr como planeado, no ano seguinte, em 2027, poderá haver uma nova corrida fora da Europa.

Na linha da frente para ocupar, a curto prazo, um lugar no calendário da Fórmula 1 está a Tailândia. Aquele país do continente asiático está a fazer todos os esforços para tentar garantir o bilhete dourado para o 'Grande Circo' e esta terça-feira deu um dos primeiros passos. Paetongtarn Shinawatra, primeira ministra da Tailândia, e Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, estiveram hoje reunidos com o intuito de levar a modalidade para a Banguecoque, capital da Tailândia. "Tive o prazer de me encontrar hoje com Paetongtarn Shinawatra, a primeira ministra da Tailândia, e com a sua equipa para discutir os seus impressionantes planos para acolher uma corrida em Banguecoque. Aguardo com expectativa a continuação dos nossos diálogos e reuniões nas próximas semanas e meses", escreveu o CEO da F1.

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Caso Tailândia venha a receber 'luz verde' por parte da Fórmula 1, o calendário da modalidade poderá ter, a partir de 2027, um total de 9 corridas no continente asiático, com Banguecoque a juntar-se aos Grandes Prémios da China, do Japão, do Bahrain, da Arábia Saudita, do Azerbaijão, da Singapura, do Qatar e ainda de Abu Dhabi.

Por Sérgio Magalhães
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