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Vettel e Hamilton dão um dos apertos de mão mais 'azedos' da história

• Foto: EPA

A conferência de imprensa do GP da Áustria serviu para colocar um ponto final no incidente protagonizado por Sebastian Vettel (Ferrari) no GP do Azerbaijão, a 25 de junho, quando colidiu deliberamente com Lewis Hamilton (Mercedes) numa situação de 'Safety car' em pista. Oficialmente, a questão está encerrada - era essa a ordem (oficiosa) da FIA -, mas nas entrelinhas do que disseram os dois pilotos percebe-se que nada voltará a ser como dantes.

De resto, o facto de Kevin Magnussen (Haas-Ferrari) ter sido 'forçado' a mudar de lugar à última hora, sentando-se entre o alemão e o inglês, diz tudo...

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"Foi a manobra errada e tomei a decisão errada. Não há muito mais para dizer. Se me sinto orgulhoso? Não. Posso voltar atrás? Não. Lamento o que aconteceu? Sim. Errei. É bom saber que podemos seguir em frente", referiu Vettel, admitindo que o Hamilton não travou propositamente para que batesse na traseira do Mercedes:

"Em Baku estava chateado pois pensei que tinha sido intencional. No calor do momento exagerei e por isso quero pedir desculpas diretamente ao Lewis."

O britânico, que a também a quente deixara claro ao alemão que estava disponível para resolver o diferendo fora das pistas, frisou: "Não sinto que tenha dito algo que gostasse de não ter dito. É água que passou por debaixo da ponte. Falámos sobre isso na segunda-feira seguinte e virei a página."

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"O que aconteceu não alterará a dinâmica que existe entre nós. Ainda sinto o maior do respeito pelo Sebastian enquanto piloto. Para mim é assunto encerrado. Aceitei as desculpas, vamos seguir em frente ", acrescentou Hamilton.

O Mundo espera agora para ver o que significa mesmo "seguir em frente", a expressão-chave desta conferência de imprensa - que até teve sorrisos e gargalhadas - quando se há pela 12 GP até final da temporada e só um piloto se pode sagrar campeão.

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