Acidentes de Mick Schumacher assustam Haas: custos são absurdos e teto orçamental preocupa

Carro do piloto alemão partiu-se ao meio no GP do Mónaco e a fatura... sai cara

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O acidente sofrido por Mick Schumacher no Mónaco - o segundo do piloto alemão em apenas sete Grandes Prémios de Fórmula 1 esta temporada - deixou a Haas em alerta: a escuderia norte-americana tem um teto orçamental limitado, e cada reparação ao carro pode custar cerca de um milhão de euros, explica o 'AS'.

Durante a qualificação em Jeddah, Schumacher perdeu o controlo do monolugar e embateu com toda a força contra um muro. O alemão foi transportado para o hospital e saiu ileso, sem quaisquer danos físicos.

No Mónaco, o cenário repetiu-se: o germânico perdeu o controlo da traseira do monolugar da Haas no terceiro setor da pista de Monte Carlo e foi embater violentamente no muro. O carro ficou partido ao meio, tal a força do impacto. Mais uma vez, sem quaisquer consequências de maior para o piloto.

"Antes do teto de gastos, a Fórmula 1 procurava patrocinadores para 'cobrir' as melhorias nos carros. Desde aí isso mudou completamente. Agora é preciso sermos eficientes a desenvolver o carro, e isso inevitavelmente inclui não ter que fabricar a mesma peça duas ou três vezes", referiu, citado pelo 'AS', o diretor de uma das principais equipas de Fórmula 1.

Recorde-se que cada escuderia tem um teto orçamental de aproximadamente 130 milhões de euros, onde não se incluem, entre outros valores, os salários dos pilotos.

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