Chefe da Red Bull ameaça Mercedes e revela: «Acidente custou-nos 1,8 milhões de dólares»
Christian Horner, líder da equipa austríaca, admite recurso à penalização dada a Lewis Hamilton em Silverstone
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Continua a troca de acusações entre Red Bull e Mercedes após o aparatoso acidente que obrigou Max Verstappen a abandonar o Grande Prémio da Grã-Bretanha, do passado domingo, logo na primeira volta. Esta sexta-feira, o chefe da Red Bull, Christian Horner, assina um longo texto no site da equipa austríaca, no revela que o acidente, "o maior da carreira" de Max Verstappen, custou "aproximadamente 1,8 milhões de dólares" à Red Bull, qualquer coisa como 1,5 milhões de euros.
"Este foi o maior acidente que o Max teve na sua carreira de piloto e a primeira vez - e espero que última - que teve de ser hospitalizado. Quando o Max não conseguiu falar pelo rádio da equipa, o tempo parou. Naquele momento esqueces tudo além da segurança do piloto, alguém que é como uma família para todos. E isso recorda-te dos riscos e da recompensa que marcam este desporto. Quando finalmente conseguiu falar foi um alívio enorme. Depois, vê-lo a sair do carro, ainda que meio atordoado e a precisar de apoio, foi uma sensação incrível", escreve Christian Horner, que admite um possível recurso da Red Bull à penalização de 10 segundos que foi dada a Lewis Hamilton - o britânico acabaria por vencer a corrida no circuito de Silverstone.
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"Ainda sentimos que o Hamilton recebeu uma penalização leve. Dada a gravidade do incidente e a penalização, estamos a rever todos os dados e temos o direito de pedir uma revisão. Por isso estamos a analisar provas e a considerar as opções que temos em mãos neste momento", refere Horner.