Escalada de violência pode afetar temporada de Fórmula 1: FIA avalia a realização de eventos no Médio Oriente

Mohammed ben Sulayem lançou comunicado a garantir que "a segurança e o bem estar irão guiar as decisões do organismo"

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O início do Mundial de Fórmula 1 de 2026 está a ser assombrada pelos conflitos no Médio Oriente, depois de os EUA e o Israel terem atacado com mísseis vários países da região. O espaço aéreo de países como o Qatar, o Bahrein e os Emirados Árabes Unidos, entre outros, foi encerrado, e estes são frequentemente pontos de escala para as equipas que viajam para a Austrália, palco do primeiro fim de semana de corridas da temporada.

O Grande Prémio da Austrália, que se realiza este domingo, dia 8, não está em perigo neste momento, e espera-se que os treinos livres decorram normalmente esta sexta-feira, embora as equipas possam enfrentar desafios logísticos. As maiores dúvidas centram-se em torno dos Grandes Prémios do Bahrein e da Arábia Saudita, ambos agendados para meados de abril.

Por tudo isso, o presidente da FIA, Mohammed bin Sulayem, reagiu, esta 2.ª feira, em comunicado a tudo o que está a acontecer, manifestando a sua rejeição pelo início do conflito e assegurando que estão a ser realizadas várias avaliações em relação às corridas programadas para o Médio Oriente.

Leia o comunicado na íntegra:

“Como presidente da FIA, os meus pensamentos estão com todos os afetados pelos recentes acontecimentos no Médio Oriente. Estamos profundamente tristes com a perda de vidas e solidarizamo-nos com as famílias e comunidades impactadas.

Neste momento de incerteza, esperamos calma, segurança e um rápido regresso à estabilidade. O diálogo e a proteção dos civis devem continuar a ser prioridades.

Estamos em contacto próximo com os nossos clubes membros, promotores de campeonatos, equipas e colegas no local, enquanto monitorizamos os acontecimentos com cuidado e responsabilidade.

A segurança e o bem-estar guiarão as nossas decisões ao avaliarmos os próximos eventos programados para o Campeonato Mundial de Resistência da FIA e para o Campeonato Mundial de Fórmula 1.

A nossa organização é construída com base na união e num propósito partilhado. Esta união importa agora mais do que nunca."

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