Ex-funcionária da Red Bull que acusou Horner de assédio sexual foi despedida da Cadillac
A decisão da equipa norte-americana deveu-se a "problemas de confiança"
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A mulher britânica que tinha acusado Christian Horner de assédio sexual na Red Bull foi, agora, despedida da Cadillac, outra equipa de Fórmula 1.
Na origem da decisão da equipa norte-americana que se estreou na prova este ano, estiveram "problemas de confiança", segundo o 'The Sun'. Recorde-se que esta mesma funcionária tinha saído da Red Bull em outubro de 2025, com uma indemnização de cerca de 3,5 milhões de euros. Contudo, de acordo com a mesma fonte, desta vez não deverá receber nada.
A saída desta mulher - cuja identidade não foi revelada - da equipa austríaca há mais de dois anos ficou marcada por uma disputa judicial com Christian Horner, inglês que foi diretor-executivo e chefe da Red Bull durante 20 anos, desde 2005 até ao despedimento em julho de 2025.
Na altura, o CEO foi acusado duas vezes pela funcionária de assédio sexual, com a divulgação de alegadas mensagens inapropriadas entre ambos, mas o antigo piloto, casado com Geri Halliwell, venceu ambas as acusações no tribunal e acabou com um acordo milionário a favor do dirigente britânico.
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