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Há um motivo para se saber tão pouco sobre Schumacher: «Ele queria desaparecer»

Porta-voz do antigo campeão mundial de F1 revela "sonho secreto" do alemão

Pelo menos uma vez por ano, por alturas do Natal, o Mundo pergunta-se em que estado se encontra Michael Schumacher. O antigo piloto, sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, sofreu um grave acidente quando esquiava com o filho nos Alpes franceses, em dezembro de 2013, bateu com a cabeça, esteve em coma, mas pouco mais se sabe.

As pessoas que o visitam são incumbidas de nada dizer sobre a condição física do piloto. Conta-se que a mulher, Corinna, montou um autêntico hospital na mansão do casal, na Suíça, mas na realidade não se sabe se Michael anda ou sequer fala e há um motivo para isso.

O jornal inglês 'Mirror' teve agora acesso a umas declarações da porta-voz do casal Schumacher, proferidas num encontro de profissionais em 2016, em que Sabine Kehm explica os motivos de tanto secretismo.

"De uma forma geral a imprensa nunca teve grande acesso à vida privada do Michael e da Corinna. Quando ele estava na Suíça, por exemplo, tornava-se óbvio que não queria ser incomodado. Uma vez, numa longa conversa disse-me 'não precisas de me telefonar no próximo ano, vou desaparecer'. Acho que poder desaparecer um dia era o seu sonho secreto. É por isso que eu faço de tudo para que os seus desejos sejam cumpridos e não deixo que nada transpareça."

O antigo presidente da Ferrari, Jean Todt, visita o alemão pelo menos duas vezes por mês. "Adoro o Michael e a sua família. Gostava que a situação fosse diferente", contou ao 'The Times'.

E no início do ano, "parentes próximos" de Schumi disseram à imprensa francesa que "quando o colocam na cadeira de rodas de frente para as montanhas e para o lago, por vezes o Michael chora".
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