Hamilton 'apanhado' nos Paradise Papers em fuga ao fisco na compra de jacto de 20 milhões

'The Guardian' expõe esquema usado para adquirir e usar luxuoso Bombardier CL605 Challenge

A compra de um Bombardier CL605 Challenge, em 2013, no valor de 16,5 milhões de libras (19,6 milhões de euros ao câmbio da altura) levou Lewis Hamilton a recorrer a um intrincado esquema através de offshores sediadas na Ilha de Man para pagar menos impostos pelo luxuoso avião a jacto.

O jornal 'The Guardian' expõe o processo na sua edição desta terça-feira, na sequência da divulgação de documentos conhecida como Paradise Papers, o qual está a ser investigado pela autoridade fiscal do Reino Unido (HM Revenue and Customs), pouco mais de uma semana após o piloto da Mercedes ter conquistado o seu quarto título mundial de Fórmula 1.

Hamilton teria 'poupado' 3,3 milhões de libras (quase quatro milhões de euros ao câmbio da altura) com recurso a empresas fictícias sediadas naquel paraíso fiscal, reduzindo assim o valor a pagar pela importação da aeronave do Canadá para o Reino Unido, países que o ressarciram no montante referido.

A este esquema o piloto britânico de 32 anos juntou um outro segundo o qual alugava o jacto a uma empresa que, em teoria, se responsabilizaria pelo fornecimento de serviços de voo e tripulação.

Hamilton demarcou-se de responsabilidade direta nestas operações, justificando que todo o processo foi conduzido por profissionais que contratou, especialistas fiscalidade, acrescentando que as autoriudsades estariam ao corrento de tudo.

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