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Pilotos da Red Bull prometem intrometer-se na luta
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A rivalidade entre Sebastian Vettel (Ferrari) e Lewis Hamilton (Mercedes) estará mais à flor da pele do que nunca em 2018, temporada em que o alemão tem de apresentar resultados depois de alguns erros inadmissíveis cometidos no ano passado, os quais ajudariam o inglês a igualar o seu ‘tetra’ com inesperada facilidade.
E condições e meios voltam a não faltar às escuderias de Vettel e Hamilton, que os têm bem definidos como ‘chefes de fila’.
Um levantamento publicado pelo semanário alemão ‘AutoBild’ revela que o orçamento da Ferrari para 2018 é inferior ao da Mercedes em apenas 20 milhões de euros: serão 430 milhões dos italianos contra 450 milhões dos alemães.
Os desempenhos nos testes de pré-temporada deixaram indicações que esse dinheiro tem vindo a ser bem aplicado, pois os carros dos dois rivais revelaram rapidez (o Ferrari, com Vettel aos comandos, bateu mesmo o recorde do Circuito da Catalunha) e consistência/fiabilidade (sinal mais para o Mercedes).
Mas muito perto ficou a Red Bull, onde podem estar os principais rivais de Hamilton e Vettel na temporada: Daniel Ricciardo e Max Verstappen.
Aqui a ordem não interessa, pois o australiano, mais experiente, não terá primazia sobre o holandês, que terá de mostrar mais regularidade para se tornar no ‘joker’ que muitos reclamam - a começar pela Liberty Media, o novo detentor dos direitos comerciais da F1.
A escuderia austríaca gastará menos dos que as rivais, com um orçamento de 350 milhões, mas o carro aparenta ser bastante competitivo, o que deve ajudar estes dois pilotos a tornarem a temporada mais interessante
Austrália com três zonas
O Grande Prémio da Austrália, no domingo, vai trazer uma outra novidade. O DRS poderá ser utilizado em três zonas do circuito, em vez de duas, o que vai acontecer na maioria das corridas.
Em concreto, em Melbourne, os pilotos vão poder abrir a asa traseira, para aumentar a velocidade, na reta da meta, num troço entre as curvas 2 e 3 e numa outra que se situa entre as curvas 12 e 13.
Este tipo de estratagema, o DRS, nem sempre agrada aos adeptos da Fórmula 1, pois consideram ser uma manobra ‘artificial’ apenas concebida para o espetáculo, em detrimento de valorizar as qualidades os pilotos e fiabilidade dos carros, nomeadamente nas ultrapassagens.
Novo safety car com 585 cv
Na Fórmula 1 tudo é pensado em grande. E ‘grande’ é o novo safety car, que deverá ser estreado já na Austrália, se as condições de corrida assim o exigirem. O Mercedes-AMG GT R será, de resto, o carro de segurança mais potente que existiu na Fórmula 1, com um motor V8, que debita qualquer coisa como 585 cv. Muita potência que permite acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,6 segundos, podendo atingir uma velocidade de ponta de 318 km/h.
Recorde-se que o safety car é o único carro na Fórmula 1 que não pode ser ultrapassado, mas ainda assim deve manter uma velocidade elevada em pista para evitar que os travões e pneus dos monolugares arrefeçam demasiado.
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