Novo 'patrão' da F1 não gosta de ver Alonso nas 500 milhas de Indianápolis

Chase Carey compreende motivo, mas desaprova decisão do espanhol da McLaren

Chase Carey, com Sean Bratches (à esquerda), diretor geral responsável pelas operações comerciais da F1
• Foto: EPA

A participação de Fernando Alonso nas 500 milhas de Indianápolis gerou mais reações positivas do que negativas, mas no rol destas últimas está o norte-americano Chase Carey, presidente executivo do Formula One Group, sucessor de Bernie Ecclestone desde que a Liberty comprou o 'braço' comercial da Fórmula 1, no final de 2016.

"Adorava ter Fernando no GP do Mónaco num carro que lhe desse a possibilidade de vencer a corrida, mas, infelizmente, isso não parece ser possível a curto prazo", começou por dizer Carey, referindo-se aos problemas de competividade da McLaren-Honda.

"Percebo as razões dele para ir à procura de um desafio que o motive e respeito a escolha que fez. Além disso, é algo que, indiretamente, acaba por ser benéfico para nós, pois trata-se de um grande piloto da F1 que atingirá o público nso Estados Unidos, embora de forma diferente", prosseguiu o gestor norte-americano, admitindo: 

"Mas não é uma situação ideal. Se eu pudesse escolher, gostaria de o ter no Mónaco. O facto de uma das suas estrelas decidir trocar temporariamente de competição não é positivo para a F1. É uma situação pouco comum e lamentável, principalmente para sua equipa, mas também para nós, enquanto organizadores. Porém, é preciso ser pragmático e construtivo."

O piloto espanhol, que tem criticado a Honda desde a pré-temporada, já testou com o carro com que participará nas 500 milhas de Indianápolis, que tem lugar a 28 de maio, no mesmo dia do GP do Mónaco, sexta ronda do Mundial de F1.

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