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Decisão tomada: GP da Arábia Saudita vai mesmo realizar-se

Pilotos estiveram reunidos durante mais de três horas. Chegou a temer-se um boicote

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Terá sido provavelmente uma das reuniões entre pilotos mais longas da história da Fórmula 1 e, no final... segue tudo como planeado. O Grande Prémio da Arábia Saudita vai mesmo realizar-se, com todo o programa de sábado e domingo a manter-se como previsto (à exceção da conferência de imprensa, que ao tudo indica não se irá realizar) pese embora toda a indefinição que foi criada por conta do ataque a uma refinaria próxima do traçado de Jeddah.

Os pilotos estiveram reunidos mais de três horas, analisaram e discutiram o que fazer na sequência dos factos ocorridos, chegou a ponderar-se um boicote, mas no final acabaram por ser convencidos pelos argumentos da Fórmula 1 e da FIA, segundo apontam os jornalistas presentes no local. Inicialmente estava previsto um comunicado oficial para as 3 da manhã locais (meia noite de Lisboa), mas acabou cancelado.

Como tudo aconteceu

 

Durante mais de três horas, os 20 pilotos do campeonato estiveram reunidos numa zona exclusiva do traçado de Jeddah, para discutir e analisar o que fazer na sequência dos factos ocorridos à margem do Grande Prémio da Arábia Saudita, com o lançamento de um míssil que destruiu uma petrolífera a cerca de 20 quilómetros do circuito.

Tudo começou pelas 19 horas de Lisboa (22 horas na Arábia Saudita), com uma primeira reunião com a presença de Stefano Domenicali, o homem forte da F1. Dessa reunião saiu o comunicado da organização do campeonato, que garantia que tudo seguiria como previsto pese embora a ameaça. Contudo, dentro da sala ficaram os pilotos e por lá permaneceram durante larguíssimos minutos.

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As imagens impressionantes do ataque terrorista a base petrolífera em Jeddah

Domenicali voltaria àquela zona uma hora e pouco depois, agora acompanhado por Ross Brawn. Entrou e saiu minutos volvidos, antes de por ali também aparecerem os chefes de algumas equipas, como Toto Wolff ou Chris Horner. E foi na companhia dos patrões que os pilotos seguiram durante largos minutos, até que, pelas 2h20 locais, abandonaram a sala.

Saíram todos sem falar, sendo que George Russell, na condição de líder da GPDA (a associação de pilotos) se encaminhou para a sala da direção de corrida, onde falou com os responsáveis do Mundial. Daí terá saído a decisão de correr no sábado e domingo, ainda que, ao que tudo indica, não tenha havido unanimidade nos pilotos.

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