Rosberg e Hamilton recusam cumprimentar-se antes da decisão de domingo

Apesar de salientarem o respeito existente entre ambos

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Rosberg e Hamilton apertarem as mãos? Nem para a fotografia!

O alemão Nico Rosberg e o britânico Lewis Hamilton, que este domingo decidem entre si o título mundial de Fórmula 1, recusaram esta quinta-feira apertar as mãos na conferência de imprensa de antevisão do Grande Prémio de Abu Dhabi.

Incitados pelos fotógrafos a saudarem-se, os dois pilotos da Mercedes enfiaram as mãos nos bolsos, demonstrando num gesto a rivalidade que no domingo os vai fazer lutar pelo título de pilotos na última prova da temporada.

"Quero vencer e vou fazer o que for preciso para consegui-lo, no limite do que é aceitável", prometeu Rosberg.

O alemão, que tem 12 pontos da vantagem sobre Hamilton, só precisa de terminar no pódio para se sagrar campeão, independentemente do resultado do seu colega da Mercedes.

"Pensar que posso ser campeão não me vai fazer andar mais rápido. Esta é a terceira vez que o campeonato é decidido no último momento, por isso estou mais relaxado", assumiu.

Rosberg salientou ainda o respeito existente entre os dois desde os tempos em que competiam nas corridas de karts.

"O que ainda resta daqueles tempos é o respeito, que é algo que nunca vai desaparecer. Isso ajudou-nos ao longo dos anos. Neste momento, a nossa relação é basicamente neutral, mas claro que o ambiente é complicado", reconheceu o alemão.

Os três anos de rivalidade desgastaram a antiga amizade, mas esta quinta-feira Lewis Hamilton teve palavras de elogio para o companheiro da Mercedes.

"Tínhamos muito em comum. Gostávamos de pizza, de comer caixas de Kellog's Frosties. Distanciando-me da nossa rivalidade, estou orgulhoso de como ele conduz, particularmente durante esta temporada. Geralmente, é um prazer tê-lo como colega", afiançou o bicampeão em título.

Mesmo que Hamilton vença no domingo, em Abu Dhabi, o seu décimo Grande Prémio da época, o triunfo pode não ser suficiente para que o britânico conquiste o seu quarto título mundial.

"[Quando estava] 43 pontos atrás, pensava que era impossível. Não sei bem como, dei a volta à situação. Quando olho para esta temporada, se há algo de negativo a apontar será o monolugar ter falhado em algumas situações", apontou.

Por Lusa
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