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Tricampeão mundial é a escolha número 1 da Mercedes para substituir Hamilton em 2025
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Toto Wolff considera que uma relação entre Max Verstappen e a Mercedes "precisa de acontecer num determinado momento" da carreira do piloto holandês. Numa entrevista concedida à 'Fox Sports Austrália', o chefe da equipa alemã afirmou que o tricampeão do mundo é a escolha número 1 da Mercedes para substituir Lewis Hamilton que está de saída para a Ferrari em 2025, no entanto referiu que não quer descartar nenhuma possibilidade de mercado.
"É um tipo de relacionamento que precisa de acontecer num determinado momento, mas não sabemos quando. Todos vemos o nível de desempenho dele, mas não quero descartar outros pilotos também. Acho que temos de olhar para nós mesmos e questionar o que é que podemos fazer com este carro? Depois torna-se tudo muito mais fácil, seja quem for que conduza o segundo carro e para o George [Russell] porque ele tem potencial para ser campeão do mundo e muito mais", referiu.
No entanto, Toto Wolff reiterou que precisa de refletir para tomar a melhor decisão sobre o próximo companheiro de George Russell, sublinhando que a prioridade da equipa é desenvolver um monolugar competitivo capaz de lutar pelo título mundial de construtores novamente.
"Temos uma vaga livre, a única nas equipas de topo - a menos que Max decida ir embora. Então a vaga não estará mais livre para nós. Aconteça o que acontecer, não vai acontecer nas próximas semanas ou meses, então quero continuar a monitorizar o mercado. Claro que a prioridade neste momento é ter um carro capaz de lutar por títulos, em vez de encontrar uma solução milagrosa com um piloto incrível", afirmou.
O CEO da Mercedes voltou a recordar a oportunidade que teve de contratar Max Verstappen em 2014, quando o piloto holandês corria na Fórmula 3 Europeia, lembrando um encontro com o pai Jos Verstappen para conhecer as possibilidades de chegar a um acordo para assinar contrato com o jovem de 16 anos. Porém pela impossibilidade de garantir a Max uma vaga na Fórmula 1, o piloto preferiu ingressar no projeto da Red Bull, que lhe garantiu um assento no monolugar da Toro Rosso no ano seguinte.
"Eu tinha-o visto na Fórmula 3, ele era muito bom. Tenho uma boa relação com o pai dele, por isso sentámo-nos na minha casa em Viena e dissemos: "O que podemos fazer?". Não pude dar-lhe um lugar na Fórmula 1. Disse: 'Vamos fazer F2 juntos, com financiamento total e garanto-te um lugar no carro no próximo ano'. "Eles disseram: 'Temos uma oferta da Red Bull para a [Toro Rosso] basicamente a partir de agora'. Foi só isso. Eu sabia que não poderíamos competir com isso. "A meio da época [seguinte], ele substituiu [Daniil Kvyat] na Red Bull e ficou com o lugar."
Recorde-se que Max Verstappen já assumiu a vontade de ficar na Red Bull e cumprir o seu contrato até 2028. No entanto, após a crise interna que se instalou na equipa austríaca devido ao escândalo em torno de Christian Horner, o tricampeão do mundo tem sido associado a uma transferência para a Mercedes em 2025.
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