Vida de Michael Schumacher mudou em 2013: tudo o que se sabe seis anos depois

Grave acidente de esqui atirou o antigo piloto para uma cama de hospital

Foi há seis anos que a vida de Michael Schumacher mudou para sempre. A 29 de dezembro de 2013, o antigo piloto de Fórmula 1 estava a fazer esqui com a família nos Alpes Franceses quando sofreu uma queda. Desde logo se percebeu que era grave. Schumacher sofreu um grave traumatismo craniano, dois operado duas vezes e durante vários meses esteve em coma induzido.

O heptacampeão mundial de F1 deixaria o hospital e regressaria à sua casa em Lausanne (Suíça) 254 dias depois do grave acidente. A partir desse momento, as informações sobre o estado (crítico) de Schumacher foram cada vez menores e sempre muito controladas pela mulher, Corinna, que tentou sempre preservar a privacidade da família.

Acidente de Michael Schumacher foi neste dia há 6 anos
A sua casa foi transformada num autêntico hospital, Corinna tudo fez para tornar as instalações o mais apropriado possível à recuperação de Schumi, como era carinhosamente tratado o alemão durante a sua carreira automobilistica. Fechou as portas e remeteu-se ao silêncio.

Mas apesar de todos os esforços, no entanto, foi sempre existindo fugas de informação... Seis anos depois, sabe-se que Schumacher continua acamado, que no verão passou por um tratamento experimental com células estaminais e que assiste a corridas de F1 com Jean Todt (presidente da FIA e ex-patrão da Ferrari).  

"Sou sempre cuidadoso com as minhas declarações, mas é verdade. Vejo algumas corridas ao lado do Michael Schumacher na sua casa na Suíça. Michael está em boas mãos e está a ser muito bem cuidado em sua casa. Ele continua a lutar, não desiste", revelou Jean Todt em julho passado. 

Também uma funcionária do Hospital Georges-Pompidou, onde o tratamento experimental foi realizado, testemunhou que o antigo piloto de F1 "está consciente".

Já Willi Weber, ex-empresário do alemão, diz: "Sei que o Michael tem um problema grave, mas não consigo acompanhar os seus progressos. Gostaria de saber como está, de pegar nas suas mãos ou de sentir a sua face. Mas, infelizmente, tal não me é permitido pela Corinna. Provavelmente ela tem medo que eu veja o que está a acontecer e revele publicamente a verdade. Acredito firmemente na recuperação do Michael, porque ele é um lutador."

Corinna que raramente fala sobre a situação de Michael Schumacher surpreendeu esta semana, com a publicação de uma mensagem: "Grandes coisas começam com pequenos passos. Muitas partículas pequenas podem formar um enorme mosaico. Juntos, vocês são mais fortes, e é exatamente assim que as forças combinadas do movimento KeepFighting facilitam o incentivo a outras pessoas", escreveu há quatro dias.

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