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A Comissão de Grandes Prémios da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) decidiu congelar novos desenvolvimentos nas categorias de MotoGP, Moto2 e Moto3 como forma de permitir a redução de custos às equipas, anunciou esta quinta-feira o promotor do campeonato.
Em comunicado, a Dorna, empresa promotora do Campeonato do Mundo de Velocidade de motociclismo, explicou que na classe principal, a MotoGP (onde corre o português Miguel Oliveira), todas as novas especificações e homologações ficam congeladas até à primeira corrida de 2021.
Assim, as equipas não podem fazer desenvolvimentos nem aos motores, nem à aerodinâmica durante toda a temporada de 2020, ao contrário do que previam os regulamentos (permitiam uma alteração durante o ano).
Em 2021, todas as equipas deverão começar a época com as especificações que estavam homologadas em março de 2020, podendo as equipas de fábrica introduzir apenas uma alteração na aerodinâmica ao longo da temporada.
Já nas classes inferiores, a Moto2 e a Moto3, todas as evoluções ficam congeladas até final de 2021.
"Estas mudanças foram desenhadas para permitir a redução de custos e de forma a manter a integridade da competição", explicou a Dorna, no comunicado.
As alterações, desenhadas para mitigar o impacto da pandemia da covid-19 na modalidade, foram aprovadas por maioria de votos das equipas e com nenhum voto contra.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 137 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 450 mil doentes foram considerados curados.
Em Portugal, morreram 629 pessoas das 18.841 registadas como infetadas.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.
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