Miguel Oliveira foi obrigado este fim de semana a falhar uma corrida pela primeira vez desde que chegou ao Mundial de MotoGP, devido a dores na mão que sentiu na sequência de uma queda a alta velocidade nos treinos livres do GP Austrália.
O português, de 24 anos, não sofreu qualquer fratura, mas a lesão pode ser mais grave do que aquilo que se pensava. "Não pude correr porque tinha a mão esquerda inchada e dores no pulso direito. Não conseguia apertar e assim agarrar o guiador. A falar com os médicos, eles decidiram que seria melhor fazer uma ressonância magnética para verificar danos nos ligamentos", confessou o almadense, que deseja que o problema não seja mais grave. "Seguimos para a Malásia, e chegando lá devemos ter os resultados da ressonância, que vão confirmar se posso ou não competir na prova. Vamos torcer para que tudo corra bem", desabafou o piloto português da Red Bull KTM Tech 3.
A ausência de Oliveira no GP Austrália foi sentida pelo seu companheiro de equipa malaio Hafizh Syahrin, que lhe deixou uma mensagem na sua moto, antes da partida. "Põe-te bom rapidamente, Miguel", escreveu num cartaz que mostrou ao Mundo em Philip Island.
Zarco quase bateu ex-colega
O GP Austrália marcou ainda o regresso ao Mundial de Johann Zarco, francês que deixou a KTM da meio da época e agora, num primeiro contacto com a Honda, terminou em 13º, apenas um lugar atrás da... melhor KTM, do seu ex-colega de equipa, o espanhol Pol Espargaró.
Zarco lamentou não ter conseguido derrotá-lo. "Foi muito divertido que o piloto com quem estava a batalhar durante grande parte da corrida fosse o da KTM, Pol Espargaró. Tivemos uma boa luta. Tentei batê-lo, mas ele fez uma boa última volta e saiu na última curva melhor."
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