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Miguel Oliveira fala sobre a Gresini: «Houve muito interesse, mas os timings não eram os certos»

• Foto: Getty Images

Além de ter falado daquilo que o levou a deixar a KTM para se mudar para a Aprilia - na equipa satélite WithU-RNF -, Miguel Oliveira abordou ainda a proposta que a marca austríaca lhe fez para integrar o novo projeto da GASGAS (que será a 'nova' Tech3).

"Na altura o que me foi oferecido foi numa lógica de, com todo o sucesso que tive, trazer um pouco a Tech 3 para cima na tabela. Na altura, por questões mais burocráticas, o lugar na Tech 3 não era para a GASGAS. Nessa altura o que me foi pedido e oferecido era para que pudesse trazer de volta a Tech 3. Obviamente que nessa altura foi a altura que podia reconsiderar. Nunca tomei o meu lugar ocupado pelo Miller como uma despromoção, até porque as motos são iguais e acredito que se vive muito alguma sobrevalorização dos lugares de fábrica. São apetecíveis em termos de imagem, mas a nível técnico não trazem muita diferença. Nessa ótica vi uma oportunidade de experimentar outra moto", explicou, em conferência de imprensa esta terça-feira realizada na Charneca de Caparica.

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Além da 'escolhida' Aprilia, Miguel Oliveira esteve também nas cogitações da Ducati (para a Gresini). Os italianos chegaram a dizer que o português nunca foi uma verdadeira opção, mas este dá uma versão contrária. "Fui sempre uma opção muito apetecível para a Ducati, até porque nas negociações foi falado que podia ter lugar em alguma equipa com uma moto possivelmente oficial. Mas os timings não eram os certos para mim. O lugar era considerado na Gresini. As negociações têm um timing super importante e eu percebi que não era o correto para me juntar. Mas da parte da Ducati houve muito interesse e vontade em que ficasse com eles", finalizou.

Por Fábio Lima
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