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Miguel Oliveira participou esta sexta-feira na apresentação da nova lata da Red Bull, um dos seus principais patrocinadores, que tem... a sua cara. O piloto de 24 anos é o primeiro desportista português a ser homenageado com a sua imagem numa das latas da marca, algo que o deixa naturalmente satisfeito.
"Tem importância máxima. Deixa-me muito orgulhoso e contente esta homenagem que me estão está a fazer. Saber que outros grandes nomes têm este tipo de objeto é algo que significa muito, porque me coloca a par dos grandes. Vou guardar uma palete inteira", brincou o piloto da KTM Tech 3, que fala mesmo numa "grande lata".
Já no plano desportivo, as recentes palavras elogiosas de Hervé Poncharal não deixaram de ser tema de conversa. "Antes de o dizer em público, já o tinha dito em privado. É bom deixar o team manager satisfeito. Seja qual for o lugar ou prestação, é importante o facto de a equipa me estar a dar muito apoio. É também importante salientar que eles tinham um percurso positivo, com pódios e a lutar por posições na frente, e agora estão noutra realidade. Esta adaptação não os está a fazer baixar os braços. A atmosfera na equipa é muito boa", garante.
Depois de ter ficado em 17.º no primeiro GP da carreira em MotoGP, no Qatar, Oliveira já aponta baterias para a Argentina (31 de março), numa pista onde subiu ao pódio pela primeira vez em Moto2 (2017). "É a primeira vez que vou andar naquele circuito com MotoGP. No Qatar tinha testado antes e esta prova vai merecer uma adaptação mais rápida da minha parte. Não se pode pedir pontos mas não se nega um bom resultado", assegurou o almadense, que rejeita haver qualquer pressão: "Não há pressão. É um ano de pressão zero. A equipa está a lidar com material novo, eu sou um rookie e a equipa não está em posição de nos exigir nada".
E mesmo sendo rookie na classe rainha do motociclismo, Miguel Oliveira já possui no nosso país uma enorme falange de apoio no nosso país, algo que o deixa orgulhoso, tanto pelo facto de a mesma existir, mas também pelo sinal de mudança. "Portugal está a sofrer uma mudança. A única forma de mudar mentalidade de que nunca se consegue chegar ao topo, porque não temos apoio e assim, é através da cultura desportiva. Que o povo possa viver e sentir. Vê-se isso na seleção, com o Cristiano, mas tem de começar a haver outros sucessores".
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