Miguel Oliveira resignado com 12.º lugar na Sprint: «Foi o máximo que podíamos fazer»

• Foto: Lusa/EPA

12.º colocado na Corrida Sprint, depois de ter saído de 15.º, Miguel Oliveira assumiu que o dia não foi positivo, mas deixou claro que deu tudo o que tinha a dar e que não havia forma de 'espremer' ainda mais a sua Aprilia.

"Foi o máximo que podíamos fazer. O dispositivo de arranque não acionou e tivemos de começar com outro. O meu início foi muito mau. Não conseguimos ganhar lugares no arranque e até perdemos. Tentei fazer o meu melhor até ao final, mas não tinha ritmo para muito mais. Felizmente temos uma Aprilia ganhadora na Sprint, o que nos permitirá comparar os dados, para conseguirmos dar um passo amanhã. As escolhas de pneus podem aproximar todos, mas vai ser duro, de certeza", comentou o piloto português.

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É mais fácil de comparar os dados com Maverick do que com Aleix Espargaró?

"Nem é tanto a comparação de dados, mas antes a forma como pilota, sem grande esforço, muito bem. Não parece ter problemas a ir rápido nas curvas. Acho que ele deu um clique na moto, encontrou o ponto certo e está a funcionar. Ainda não estamos lá, estamos a 95%. Mas esses 5% que faltam em MotoGP são uma diferença enorme. Sabemos que o MotoGP é assim: num dia estás na lama, no outro estás novo. Temos de continuar a lutar e tentar encontrar uma forma na equipa"

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Ter este apoio, lamentas não ser capaz de devolver com resultados?

"É o mais frustrante. Na minha corrida caseira, sei que posso ir mais rápido, mas simplesmente não sou capaz de fazê-lo. É frustrante, mas espero amanhã encontrar uma forma de lutar pelo top-10. Seria um resultado não tão mau. O apoio é incrível. Tenho adeptos incríveis, é fantástico, mas por outro lado é uma pena não conseguir fazer mais, especialmente depois do ano passado, onde começámos tão bem. Este ano estamos a ter mais problemas"

Apesar dos problemas, conseguirias pontuar nesta posição...

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"Não me importam os pontos... Se estiver a lutar por algo grande os pontos importam. Mas apenas acabar nos pontos não significa grande coisa para mim. Claro que é melhor do que acabar sem pontos!"

Por Fábio Lima
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