Miguel Oliveira foi o mais recente convidado do podcast do MotoGP, numa conversa bem humorada e informal, na qual revelou um outro lado do que nós conhecemos do piloto da equipa Cryptodata RNF. O português falou do passado, do presente e também do futuro, partilhando o legado que espera deixar no campeonato.
"Quero ser lembrado pelas pessoas como 'este gajo era rápido'. Não ser apenas o 'mestre à chuva', mas o 'mestre a pilotar a mota'. Quero que me lembrem como um tipo simpático, mas forte, não aquele que é simpático... Quero deixar um impacto positivo", assumiu o português, que se considera uma pessoa "conservadora".
Numa fase de questões dos seus adeptos, Miguel Oliveira revelou não ter qualquer afinidade a um clube de futebol e explica o porquê. "Não tenho um clube de futebol. Acho que o futebol em termos de modalidade é muito sobrevalorizado. Não sou muito fã. Sou adepto de alguns atletas, com algumas histórias de vida interessantes. O Cristiano Ronaldo. É o melhor atleta do mundo. Arrisco dizer que é completo no desporto dele. Messi, Neymar... Fazem um grande impacto. Mas não tenho um clube de futebol".
Miguel Oliveira, refira-se, entra em ação esta sexta-feira no Grande Prémio da Catalunha, onde espera voltar aos bons resultados depois de um GP da Áustria para esquecer.
Por Fábio Lima