Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Miguel Oliveira (KTM) lamentou esta sexta-feira que a sua melhor volta nos treinos livres do Grande Prémio de Espanha de MotoGP tenha sido anulada por uma situação de bandeiras vermelhas
O piloto Miguel Oliveira (KTM) lamentou esta sexta-feira que a sua melhor volta nos treinos livres do Grande Prémio de Espanha de MotoGP tenha sido anulada por uma situação de bandeiras vermelhas, mas acredita que pode melhorar na qualificação.
"A sessão da tarde foi um pouco melhor para nós comparativamente com a da manhã. Estive muito mais rápido. Foi pena a minha volta mais rápida ter sido anulada devido ao facto de haver bandeira vermelha no último setor", explicou o piloto português, após a segunda de duas sessões de treinos livres da quarta prova do Mundial de motociclismo de velocidade, que se realiza em Jerez de la Frontera.
Relacionadas
O piloto de Almada tinha estabelecido em 1.39,500 minutos o seu melhor registo, que viria a ser anulado devido às bandeiras vermelhas que interromperam a sessão a 2.42 minutos do final, devido às quedas do britânico Bradley Smith (Aprilia) e do checo Karel Abraham (Ducati), na curva cinco do circuito andaluz.
O português teve de manter o registo de 1.39.774 minutos como melhor tempo de hoje, que o deixa no 23.º lugar da tabela, entre 24 pilotos presentes.
No entanto, o piloto da Tech3 mantém a confiança numa melhoria durante o resto do fim de semana, depois de hoje ter testado duas motas com configurações distintas.
"Pelo menos o potencial está lá. [Durante a tarde] experimentámos uma mota completamente diferente da que usámos de manhã e isso foi positivo. Ainda temos algumas coisas para testar amanhã [sábado] de manhã e tentar ficar mais próximos da qualificação dois", observou Miguel Oliveira.
O dia de hoje foi dedicado a encontrar a melhor afinação: "A nossa prioridade foi estabelecer o que era a geometria da mota. Experimentámos duas coisas completamente diversas que podemos usar. Ainda há ajustes eletrónicos que podemos fazer para ganhar mais tempo", explicou o português.
"Foi um dia mau. Não conseguimos fazer voltas realmente rápidas. Pelo menos, sabemos qual o caminho a seguir agora. Mas ainda temos de trabalhar na eletrónica para melhorar os tempos e aproximar-nos dos lugares pontuáveis", apontou, considerando que "ainda é possível" recuperar alguns décimos de segundo.
O GP de Espanha de MotoGP é a quarta prova do Mundial de motociclismo de velocidade. Miguel Oliveira ocupa a 16.ª posição, com sete pontos, fruto de um 11.º lugar na Argentina e um 14.º nos Estados Unidos, depois da 17.ª posição na prova de abertura, no Qatar.
Espanhol será o embaixador exclusivo da marca na categoria do motociclismo
Italiano passa a somar 81 pontos, mais 4 do que Jorge Martin
Piloto do Aprilia não vencia uma corrida há mais de um ano e meio
O pódio ficou completo com o espanhol Jorge Martin (Aprilia) e o italiano Fabio DiGiannantonio (Ducati)
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Começaram a namorar com 15 anos, em Gondomar, viveram pela primeira vez juntos em Madrid e tiveram três filhos
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida