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Marc Márquez provoca 'terramoto' no mercado: «A Pramac não é opção e tenho 3 cenários»
Jorge Martín vai subir à equipa principal e espanhol deve voltar a mudar de ares
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O Mundial de MotoGP deste ano aproxima-se da sua fase intermédia, mas mais importante de tudo entra no momento das decisões quanto à próxima temporada. O mercado previa-se animado, porque muitos pilotos tinham a sua situação por definir e era praticamente certo que um movimento viria a provocar um efeito dominó para que os restantes se dessem. Ora, o pontapé de saída parece ter sido dado esta semana, com o suposto avanço da Ducati para fechar já com Jorge Martín para a equipa principal, o que atira Enea Bastianini para fora e, acima de tudo - pelo efeito que provocará -, faz com Marc Márquez fique também sem a chance de chegar à equipa de fábrica dos italianos.
E com esse cenário praticamente certo nesta altura, o espanhol parece já decidido que em 2025 não vai andar com uma moto da Ducati, pois a opção Pramac está fora de questão.
"A Pramac não é uma opção. Não é uma opção. Não é uma opção porque sou um homem decidido, com ideias claras e não vou mudar de uma equipa satélite para outra. Evidentemente que a opção de ir para a Gresini no final do ano passado era uma situação muito crítica da minha carreira desportiva, mas agora vejo-me competitivo e o meu objetivo é estar numa equipa de fábrica. Ou, se não, quantas mais opções tenha numa moto de fábrica do ano passado. Tudo isso ajuda", frisou o espanhol, que não parece muito preocupado pela eventualidade de ter de aprender tudo de novo quanto à moto do próximo ano.
"Não me apetece, mas não o descarto. No final, é evidente que há três cenários, com prioridades definidas, mas no final tenho a sorte de me sentir cómodo em todos e um piloto quando se sente assim, e quando está contente, é um piloto rápido", acrescentou.
Os três cenários não são nomeados por Márquez, mas KTM e Aprilia serão certamente dois deles. A terceira possibilidade será entre Yamaha ou Honda.