_
O Rali de Portugal terminou ao início da tarde, mas já durante a noite os comissários emitiram decisões disciplinares a visar três participantes e por razões bem distintas, desde a falta de um boné ou de uma carta de tempo à utilização de um pneu a mais.
Dani Sordo, piloto da Hyundai que terminou a prova no 2.º lugar da geral, foi punido com multa de 1.000 euros por não ter utilizado o boné do promotor do WRC na rampa de acesso ao pódio final de Matosinhos, tendo argumentado que utilizou o boné pessoal. Pela mesma razão, a equipa Hyundai foi multada em 15 mil euros, mas com pena suspensa, desde que Sordo não cometa a mesma infração, prevista nos regulamentos, até ao final da temporada de 2023.
O colega de equipa Thierry Neuville e o navegador Martijn Widaeghe foram punidos com uma coima de 10 mil euros, por terem falhado a entrega de uma carta de tempo no final da classificativa 17, que foi a primeira passagem por Fafe. Os belgas e também Sordo têm 48 horas desde o momento da notificação para concretizar o pagamento, sob pena de ficarem suspensos (até que a multa seja paga) se não cumprirem o prazo.
No WRC2, Bruno Bulacia, da Bolívia, foi penalizado em dois minutos por ter utilizado um total de 27 pneus durante a competição, quando o limite permitido na mencionada categoria é de 26 pneus.