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Jornada marcada por um dilúvio intenso
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O piloto sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris) lidera o Rali do Quénia, terceira prova do Campeonato do Mundo, após a disputa das duas primeiras especiais, marcadas por um dilúvio intenso.
Solberg, que vencera a prova de abertura, em Monte Carlo, terminou o dia com 33,3 segundos de avanço sobre o segundo classificado, o britânico Elfyn Evans (Toyota Yaris), e 1.05,1 minutos em relação ao terceiro classificado, o francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris).
O piloto sueco tem-se revelado quando as condições de aderência estão mais difíceis e hoje cavou mais de meio minuto para a concorrência.
"Foi uma aventura. Fiquei um pouco surpreendido com as diferenças de tempo, mas tentei apenas manter o ritmo e ler a estrada. Às vezes estava seco e, de repente, molhado logo a seguir a uma curva", frisou Solberg, no final.
Mais uma vez, a Toyota colocou cinco carros nos cinco primeiros lugares, pois o japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris) foi o quarto mais rápido, apesar de ter perdido a comunicação com o navegador, seguido do finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris).
O belga Thierry Neuville (Hyundai i20) foi o primeiro 'não Toyota', na sexta posição, mas já a 2.21,9 minutos do comandante.
Os três carros da marca coreana tiveram problemas de sobreaquecimento, depois de a lama ter entupido os radiadores.
"Obviamente, as condições estão muito difíceis lá fora. Na verdade, nem sei bem como descrever isto. Não estávamos na melhor posição na estrada para estas condições e, por isso, perdemos muito tempo", explicou o belga.
Na sexta-feira, disputa-se o primeiro dia completo, com oito especiais e um total de 137 quilómetros cronometrados.
Piloto sueco leva, no entanto, uma diferença mínima para a concorrência
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