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Organização do Rali de Portugal explica suspensão do troço de Arganil: «Entrada indevida de 2 veículos não autorizados»

Um reboque e um carro ligeiro surgiram à frente de Elfyn Evans e Yohan Rossel, respetivamente

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Elfyn Evans encontrou um reboque à frente
Elfyn Evans encontrou um reboque à frente • Foto: Paulo Novais/Lusa

A Comissão organizadora do Rali de Portugal reagiu, através de uma nota informativa enviada à comunicação social, à suspensão da segunda passagem pelo troço de Arganil, ao início da tarde desta sexta-feira.

"O troço de Arganil 2 teve início hoje às 12h30, perante milhares de espectadores que acompanhavam com entusiasmo a prova. Apesar de todo o dispositivo de segurança se encontrar plenamente operacional, verificou-se a entrada indevida de dois veículos não autorizados no percurso, veículos esses incorretamente identificados em alguns meios de comunicação como pertencendo à GNR", começa por referir a organização.

"Esta situação, cujas circunstâncias se encontram a ser apuradas, levou à interrupção do troço por decisão da organização, uma vez que a segurança de todos os envolvidos no WRC Vodafone Rally de Portugal constitui prioridade máxima", acrescenta.

De recordar que, nessa segunda passagem por Arganil, um reboque surgiu à frente de Elfyn Evans na entrada do último sector e, mais tarde, Yohan Rossel deparou-se com um veículo ligeiro à sua frente. Face a isso, a especial foi suspensa e a direção de corrida atribuiu tempos aos pilotos que estavam em prova no momento da bandeira vermelha e aos que não chegaram a partir.

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